segunda-feira, 5 de março de 2012

MURAL - FAÇA VOCÊ MESMO


Operação Escritório Bonito vai de vento em popa. Um mural desses de elástico, além de ser muito fofo, cabe um monte de foto e parará.



O brim - autocolante, é como uma versão tecido do papel contact, com uma cola um pouco mais forte que a do contact. Super fácil de trabalhar. Da vontade de sair colando tecido em tudo. O preço é um pouco salgado, por conta da exclusividade de estampas, 148,00/metro, na média.


Estampa de nuvens por Mathias Townsend para a Casa Rima, que tem muita coisa bacana.

Receita do pão do Outback


  • Então, vamos á receita:

Ingredientes:
1 1/4 xícara de água morna
1/2 xícara de melado de cana
2 colheres (sopa) de manteiga
1 colher (sopa) de glúten
1 colher (chá) de sal
3 colheres (sopa) de açúcar mascavo
2 colheres (sopa) de chocolate em pó
1 xícara de farinha de centeio
1 xícara de farinha de trigo integral
4 xícaras de farinha de trigo
1 1/2 colher (chá) de fermento biológico seco
Fubá para polvilhar

Use a máquina de pão na opção "massa", mas só pra bater a massa, portanto dá pra fazer na mão e colher de pau. Coloquei todos os ingredientes na máquina, menos o fubá, que é só pra polvilhar/untar a forma. Não usei corante (todas as receitas que vi, pedem), e não acho que fez falta.


Quando o ciclo da máquina de pão terminou, remova a massa, depois deixe assar em formas de terrine (essas aí de cima), que são iguais às de pão de forma, só que menores. Unte as formas com manteiga e fubá, coloquei 1/3 da massa em cada forma e polvilhei a massa com fubá. Cubra com um pano e deixei crescer por 1 hora.


Pré-aqueça o forno a 180ºC. Asse os pães por uns 40 minutos, até dourar. Pronto, delícia! O gosto é igual ao do pão do Outback. A textura fica ligeiramente diferente, um tiquinho de nada menos macia. ♥

Bom apetite!


quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Esta é a hora!

Esta é a hora!

“Chegou a hora de você começar a viver a vida que imaginou.”

Há um ditado popular que diz: “- Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje!” Se analisarmos este dito popular chegamos á conclusão que é bem verdadeiro e que nos dá um conselho de vida. A hora somos nós que a fazemos! Quantas oportunidades já foram perdidas, por se ter ficado à espera do momento certo?

O momento oportuno é criado por nós, porque temos a capacidade de interagir: criar, pensar e sonhar; de tal forma que mesmo estando inseridos em uma sociedade impregnada de leis e várias limitações, temos dentro de nós a capacidade de fazer acontecer – a nossa hora.

Fazer acontecer é ter um espírito de conquista é tirar de dentro do nosso interior a acomodação, desânimo e negativismo e lutar sem olhar para trás.

A vida do ser humano é fruto das suas escolhas e da disposição que tem para sacrificar pelos seus ideais.

Mensagem extraída do Livro
“Direto no Alvo”
, de Júlio César L. Freitas

Os verbos que Deus não usa

Existem determinados verbos que Deus, simplesmente, não conjuga na 1ª Pessoa

Fugir – É costume dizer que “quando o barco começa afundar, os ratos são os primeiros a fugir”. Muitos têm esta sensação quando têm um problema, pois todos desertam: amigos, familiares, marido, mulher ou até filhos. Porém, Deus nunca foge e se alguma vez se sentiu abandonada por Ele, medite se talvez não terá sido você a afastar-se d’Ele e não o contrário.

Obrigar – Fazer as coisas por obrigação é uma das piores coisas que pode acontecer a alguém, pois nem o empenho é verdadeiro e o resultado ficará sempre aquém das expectativas. Deus quer, acima de tudo, a sua sinceridade, pois o que Ele vê é a intenção do coração humano, sendo assim, nunca o poderia obrigar a nada, pois saberia sempre que o seu coração não estaria ali.

Marcar – Quando um amigo, companheiro ou familiar nos desilude, a tendência é de subirmos a guarda, de ficarmos alerta, de “marcarmos” aquela pessoa, porque quem fez a primeira, com certeza fará a segunda e a terceira. Mas isto somos nós, seres humanos, pois Deus dá-nos infinitas hipóteses, perdoando os nossos erros e permitindo que voltemos ‘à casa do Pai’, sempre que o desejarmos.

Omitir – Com Deus não há surpresas, especialmente daquelas desagradáveis. Ele diz-nos sempre o como, o quando e o porquê, sem nunca omitir nada. Talvez seja por este motivo que muitas pessoas têm dificuldades em entregar-se, pois embora Ele mostre tudo, não apresenta um percurso pavimentado de facilidades.

Tentar – Quem tenta é o diabo, para nos fazer cair em pecado e, consequentemente, fazer-nos sentir culpados e demasiado fracos para pedir o que quer que seja a Deus ou até apenas falar com Ele. O pecado aniquila a fé, e Deus sabe que somos tentados diariamente pelo mal, mas o que Ele espera é saiamos vitoriosos deste confronto.

Tomar – É a fé que regula, que é a medida, o termómetro da nossa relação com Deus, por isso, tudo o que conquistamos d’Ele é pela fé e se acabamos por perder algo é também pela falta da fé. Deus não toma nada de volta. Lutar, conquistar e estabelecer são verbos que apenas nós, como seres humanos, conjugamos na 1ª pessoa.

“… aquilo que o homem semear, isso também ceifará.” (Gálatas 6.7)

Chantagear – O valor das bênçãos divinas não é negociável, por isso nunca trate Deus como um vendedor de praça com quem está a regatear o preço da fruta. Ele não nos pede o nosso Tudo como forma de “pagamento” pelas bênçãos e sim como prova do nosso amor por Ele, já que o d’Ele por nós ficou claro quando deu o Seu Filho para morrer na Cruz pelos nossos pecados e em troca da salvação da nossa alma.

Contrariar – A sua vontade e a vontade d’Ele são duas coisas distintas, mas Ele nunca se sobrepõe aos seus desejos, pelo contrário, Ele espera que você lute pela realização dos seus sonhos, mas que também tenha a humildade de O reconhecer como o Pai que sabe o que é melhor para os Seus filhos.

Culpar – A culpa é filha da frustração. A consciência do que deveríamos ter feito, sido ou como deveríamos ter agido pesa-nos. Muitos rejeitam assumir qualquer responsabilidade neste âmbito, remetendo-a diretamente para Deus, outros ainda sentem que é o próprio Deus quem os culpa e castiga por um pecado cometido ou pela quebra de uma norma religiosa.

Mentir – Ele não mente ou engana, em circunstância alguma, pelo contrário, diz sempre a verdade, e é esta a proposta que Ele faz a quem deseja segui-Lo, que tenha o mesmo carácter que o Seu, tal como um filho é identificado pelas semelhanças que tem com o seu pai.

Escolher – Deus chama-nos, a todos, sem descriminar ninguém, porém, não é Ele quem nos escolhe. Esta escolha é individual, é cada pessoa quem a faz, a partir do momento em que opta por um dos dois caminhos que são colocados diante de si: o Bem ou o Mal. Ao escolhermo-nos, estaremos, automaticamente, a escolher o caminho do Bem.

Interferir – Ele nunca interfere nas escolhas do ser humano, pelo contrário, dá-lhe livre arbítrio em todos os aspetos e áreas da sua vida, o que implica a liberdade para fazer as suas opções, assim como a capacidade de colher os frutos das mesmas. A responsabilidade pelo nosso sucesso ou fracasso é apenas e unicamente nossa!

Manipular – Não existem trunfos escondidos, com Deus, todas as “cartas estão na mesa” e, para conhecer melhor a Sua “proposta”, basta apenas ler a Sua Palavra, está tudo lá: de onde vimos, quem somos sem Ele e quem nos podemos tornar com Ele. E Deus não pretende condicionar, influenciar e muito menos adulterar o resultado, pois este sempre esteve na nossa mão.

Prender – Deus sabe a criatura que fez, por isso, sabe que o melhor do ser humano é fruto de uma dádiva espontânea. De nada adianta reter alguém contra a sua vontade, pois nada do que aquela pessoa venha a fazer, nenhuma atitude, será baseada na sinceridade. Por isso, Deus não obriga ninguém a permanecer Consigo, antes, oferece a cada um a liberdade de escolha do próprio caminho.

Apoderar – Este verbo significa tomar por força ou sem o consentimento do outro. Deus deseja que nos entreguemos a Ele 100%, o nosso Tudo, o nosso coração, porém, esta entrega tem que ser voluntária, feita de acordo com a vontade de cada pessoa, por isso, Ele nunca se irá apoderar de nada, muito menos da sua vida.

Oprimir – Cristo veio a este mundo, precisamente, para nos livrar do jugo opressor do inimigo, personificado pela doença, miséria, fome, vícios, solidão, abandono, entre outros. Com Deus experimentamos exatamente o oposto, benefícios como a liberdade, a saúde, a abundância, a felicidade, o equilíbrio, etc. A Pessoa de Deus, só por si, é o antónimo da opressão.


Bp. Júlio

Mães sem culpa

Pesquisa revela que trabalhar fora não prejudica o desenvolvimento dos filhos

O dilema das mães da modernidade: a necessidade de trabalhar e a culpa por não estar presente na vida dos pequenos no dia a dia. Porém, uma pesquisa realizada pela Universidade Columbia, de Nova Iorque (Estados Unidos), entre 2002 e 2009, aponta que essas mães não devem se sentir culpadas. O estudo ouviu mais de mil crianças e constatou que, ao contrário do que as mães pensavam, o fato delas trabalharem fora não prejudica o desenvolvimento emocional dos filhos ou a sua capacidade de aprendizado no futuro. A qualidade que as mães dispensam aos filhos quando eles estão juntos e outros quesitos como harmonia, carinho, acesso a educação e a uma vida estabilizada financeiramente é o que conta.

Se por um lado essa pesquisa veio dar um bálsamo no quesito culpa, por outro, mãe é mãe, e elas sempre se sentirão divididas, ainda mais no nosso País, onde 76% das mulheres trabalham fora e 43% delas são chefes de família, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Veja a seguir o relato de duas mães, que exemplificam bem o sentimento de milhões de brasileiras:

“Se soubermos dosar, no final dá tudo certo”

A jornalista Ivonete Abreu – mãe de Thamires, de 8 anos, e Cauê, de 4 – diz que sentiu como se lhe tirassem algo quando teve de deixar a filha, na época com apenas 3 meses e 10 dias, na escolinha, para que pudesse voltar a trabalhar. “A médica me liberou 20 dias antes do nascimento dela, consequentemente, tive de voltar 10 dias mais cedo do que o habitual, que são 4 meses. Foi terrível, lembro-me como se fosse hoje, entreguei minha filha, com menos de 4 meses, nos braços de uma ‘desconhecida’. Foi uma sensação de vazio, era como se tirassem algo de dentro do meu coração, um pedaço de mim”, conta.

Ivonete lembra que chorou muito, mas que, com o tempo, foi se acalmando: “Com o passar dos dias e a comprovação de que minha filha estava sendo mesmo bem tratada, fui me acalmando, até ela crescer, começar a se expressar e dizer o quanto ‘curtia’ estar na escolinha. Pronto, a dor cessou, mas até isso acontecer, chorei muito. Só que algumas coisas eu quase não tive o privilégio de participar, como vê-la dar os primeiros passos, o que aconteceu na escola.”

Com o segundo filho, a jornalista já não sofreu tanto. “Tive a oportunidade de ficar em casa com ele até os 9 meses. Ele já se alimentava, sentava e engatinhava. Mesmo assim, ao voltar a trabalhar, foi aquele choro, mas não tanto quanto da primeira filha. Já era familiar para mim a escola, a confiança já havia, então, tudo foi mais fácil. Mesmo assim, quando eles adoeciam – com qualquer gripe ou coisinhas comuns de crianças –, batia uma dor na alma, principalmente por ter de levá-los, muitas vezes, com febre pra escola, já que não tinha outra opção. Outras vezes, receber um telefonema da escola para ir buscá-los porque estavam com febre, também me fazia sentir essa culpa. Em outro momento, quando o meu filho caiu na escola e teve que levar dois pontos no canto da boca, a sensação era de que se eu tivesse com ele, isso não teria acontecido”

Ela afirma que muitas vezes ainda se sente culpada, mas, apesar da saudade, está mais sossegada. “Se soubermos dosar o amor, a educação e o trabalho, no final dá tudo certo. O que me dá alívio é saber que posso educá-los com mais qualidade, numa escola particular. Vale a pena o sacrifício. Para quem é mãe e profissional, como eu, o conselho é que, se tiverem a oportunidade de manter o jogo de cintura, fazendo as duas coisas, que o façam: nem abandonar totalmente a vida profissional, nem delegar totalmente aos outros aresponsabilidade de educar, cuidar e amar os filhos. Se tiver que deixar numa escolinha, procure obter o maior número de referências possível, mas, acima de tudo, confie e entregue nas nãos de Deus. Hoje, eles estão super bem, saudáveis, alegres, amorosos e muito arteiros”.

Deixou os filhos para trabalhar de babá

Por circunstâncias da vida e depois de um tempo desempregada, com dois filhos para criar – Gabriel, hoje com 13 anos, e Rodrigo, com 21 –, Ivana Reis, de 40 anos, arrumou um emprego de babá em um condomínio de luxo da capital paulista. Deixou os próprios filhos para cuidar dos de outra pessoa. “Deixei para a minha mãe cuidar dos meus dois filhos, na época com 6 e 12 anos. No começo foi bem doloroso, senti que estava perdendo a infância de um e, o começo da adolescência do outro. Mas precisava muito do emprego. Precisava sustentá-los. Desde o nascimento do segundo, sou separada, o que redobrava minha tarefa de mãe. Seria muito difícil arranjar outro emprego que não fosse esse, mesmo ficando longe das crianças”, relata Ivana.

A babá conta que a avó dos meninos dava todo o suporte que eles precisavam: “Eu folgava a cada 15 dias. Foi uma conciliação difícil, ficar tanto tempo sem ver os meus filhos. Minha mãe foi fundamental nessa história, mas eu estava sempre ligando, falando com eles, e quando nos encontrávamos era só alegria. Consegui educá-los à distância e desde o início sempre deixei claro que a minha ausência não era porque eu queria, mas por uma necessidade. Aproveitávamos cada segundo juntos íamos ao shopping, passeávamos e eu ajudava nas lições de casa. Isso fortaleceu a nossa união.”

Ivana acredita que os filhos passaram bem pela situação: “Claro que senti muito remorso por estar longe deles, mas eles não têm nenhum trauma por eu ter ficado longe. Acho que a mãe sofre mais do que o filho. Continuo como babá, só que agora folgo mais vezes, pois troquei de emprego. Hoje, acompanho mais a adolescência do segundo filho. Digo para mim mesma, quando surge a culpa, que foi melhor assim. Se hoje eles têm uma boa educação e uma vida estável foi por conta do sacrifício que tive que fazer.”

Solteira e feliz

Apesar da pressão para se casar, algumas mulheres mostram que estar sozinha não é sinônimo de infelicidade

A cobrança para que as mulheres solteiras arrumem um companheiro torna-se maior a cada dia. Isto porque a pressão por parte de familiares e amigos se intensifica. Diferentemente de alguns anos atrás, atualmente elas têm mostrado que a felicidade independe de estar acompanhada ou não e, com isso, buscam uma melhor qualificação profissional.

Segundo Vera Otero, psicoterapeuta comportamental, uma das grandes descobertas ocorre quando a mulher percebe que a felicidade depende dela própria. “Essa história de encontrar a metade da laranja gera um peso muito grande. Eu preciso ser inteira e encontrar outro que seja inteiro também”, destaca.

Com a cobrança por parte dos familiares e amigos, algumas mulheres têm medo de ficar solteiras. De acordo com a especialista, esse sentimento negativo está enraizado na cultura e por isso gera tanta pressão.

A psicoterapeuta salienta que, diferentemente do homem, a mulher solteira está mais preparada para esse período de solidão e ressalta que há diferenças entre viver sozinha e ser solitária. “Ser solitária é quando a mulher não procura ninguém, sendo considerada antissocial. Em alguns casos, ela até tem um parceiro fixo, mas depois se dissolve porque não dá certo. Já o ato de viver sozinha é diferente. Há uma interação, e ela consegue aproveitar bem este momento”, afirma.

Homem é menos preparado para viver sozinho. Segundo Vera Otero, quando a mulher tem uma estrutura sólida de amigos e uma vida profissional estabilizada, ela supera melhor a fase solteira. No caso do homem, a ele torna-se dependente. “Lembro do caso de um rapaz que sequer sabia que precisava comprar esponja de aço, pois tudo era a esposa dele quem fazia”, revela.



A psicoterapeuta ressalta que estar sozinho para algumas pessoas é visto como uma opção de vida, entretanto, a nossa cultura nos prepara para termos parceiros. E para que essa parceira dê certo, é preciso respeitar a individualidade do outro. “Não é confundir egoísmo individualista com individualidade. Cuidar do outro é fundamental. Se existirem somente vidas paralelas, não há parceria. Além disso, deve haver interesses comuns. Não é correto também pensar só na minha felicidade, porque pode começar a despertar raiva por parte do companheiro”, diz.

Momento propício para crescer profissionalmente

Como a fase solteira é um período onde há menos compromisso de ter de cuidar de outra pessoa, a especialista revela alguns detalhes importantes para que este momento não se torne negativo. “É uma boa fase para se dedicar aos estudos, à profissionalização, uma vez que ela tem mais tempo livre. Além disso, é benéfico aproveitar este momento para olhar para ela mesma, conhecer outras pessoas, não somente para buscar um parceiro, mas porque as trocas na vida são essenciais. Nós somos seres sociais,” afirma. E continua: “É importante que a mulher construa as convicções dela, qual é o contexto da vida. Se ela colocar a felicidade nas mãos de outra pessoa, há uma enorme probabilidade de ela não conseguir ser feliz.”

No cenário atual, a mulher solteira busca independência econômica, melhorar profissionalmente e disputa cargos altos de chefia nas empresas. “As mulheres estão se tornando mais autoconfiantes”, revela.

No caso de mulheres que ainda não conseguem superar o momento de solidão e estão sempre em busca de um parceiro, pois acreditam que somente acompanhadas conseguirão ser felizes, a especialista aconselha a buscar ajuda de um psicoterapeuta. “Com isso ela vai rever as concepções de vida para aprender a lidar com essa situação”, assegura.

Confira as dicas da especialista para ser uma solteira feliz:

- Não permita que a sua felicidade dependa de outra pessoa. Estar solteiro não é sinônimo de infelicidade;

- Procure conhecer outras pessoas, não para buscar parceiros, mas para trocar experiências;

- Aproveite o momento para se aprimorar na profissão;

- Reveja seus princípios e concepções de vida. Estar sozinha deve ser encarado como um momento de autoavaliação.

Agência Unipress Internacional