quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Esta é a hora!

Esta é a hora!

“Chegou a hora de você começar a viver a vida que imaginou.”

Há um ditado popular que diz: “- Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje!” Se analisarmos este dito popular chegamos á conclusão que é bem verdadeiro e que nos dá um conselho de vida. A hora somos nós que a fazemos! Quantas oportunidades já foram perdidas, por se ter ficado à espera do momento certo?

O momento oportuno é criado por nós, porque temos a capacidade de interagir: criar, pensar e sonhar; de tal forma que mesmo estando inseridos em uma sociedade impregnada de leis e várias limitações, temos dentro de nós a capacidade de fazer acontecer – a nossa hora.

Fazer acontecer é ter um espírito de conquista é tirar de dentro do nosso interior a acomodação, desânimo e negativismo e lutar sem olhar para trás.

A vida do ser humano é fruto das suas escolhas e da disposição que tem para sacrificar pelos seus ideais.

Mensagem extraída do Livro
“Direto no Alvo”
, de Júlio César L. Freitas

Os verbos que Deus não usa

Existem determinados verbos que Deus, simplesmente, não conjuga na 1ª Pessoa

Fugir – É costume dizer que “quando o barco começa afundar, os ratos são os primeiros a fugir”. Muitos têm esta sensação quando têm um problema, pois todos desertam: amigos, familiares, marido, mulher ou até filhos. Porém, Deus nunca foge e se alguma vez se sentiu abandonada por Ele, medite se talvez não terá sido você a afastar-se d’Ele e não o contrário.

Obrigar – Fazer as coisas por obrigação é uma das piores coisas que pode acontecer a alguém, pois nem o empenho é verdadeiro e o resultado ficará sempre aquém das expectativas. Deus quer, acima de tudo, a sua sinceridade, pois o que Ele vê é a intenção do coração humano, sendo assim, nunca o poderia obrigar a nada, pois saberia sempre que o seu coração não estaria ali.

Marcar – Quando um amigo, companheiro ou familiar nos desilude, a tendência é de subirmos a guarda, de ficarmos alerta, de “marcarmos” aquela pessoa, porque quem fez a primeira, com certeza fará a segunda e a terceira. Mas isto somos nós, seres humanos, pois Deus dá-nos infinitas hipóteses, perdoando os nossos erros e permitindo que voltemos ‘à casa do Pai’, sempre que o desejarmos.

Omitir – Com Deus não há surpresas, especialmente daquelas desagradáveis. Ele diz-nos sempre o como, o quando e o porquê, sem nunca omitir nada. Talvez seja por este motivo que muitas pessoas têm dificuldades em entregar-se, pois embora Ele mostre tudo, não apresenta um percurso pavimentado de facilidades.

Tentar – Quem tenta é o diabo, para nos fazer cair em pecado e, consequentemente, fazer-nos sentir culpados e demasiado fracos para pedir o que quer que seja a Deus ou até apenas falar com Ele. O pecado aniquila a fé, e Deus sabe que somos tentados diariamente pelo mal, mas o que Ele espera é saiamos vitoriosos deste confronto.

Tomar – É a fé que regula, que é a medida, o termómetro da nossa relação com Deus, por isso, tudo o que conquistamos d’Ele é pela fé e se acabamos por perder algo é também pela falta da fé. Deus não toma nada de volta. Lutar, conquistar e estabelecer são verbos que apenas nós, como seres humanos, conjugamos na 1ª pessoa.

“… aquilo que o homem semear, isso também ceifará.” (Gálatas 6.7)

Chantagear – O valor das bênçãos divinas não é negociável, por isso nunca trate Deus como um vendedor de praça com quem está a regatear o preço da fruta. Ele não nos pede o nosso Tudo como forma de “pagamento” pelas bênçãos e sim como prova do nosso amor por Ele, já que o d’Ele por nós ficou claro quando deu o Seu Filho para morrer na Cruz pelos nossos pecados e em troca da salvação da nossa alma.

Contrariar – A sua vontade e a vontade d’Ele são duas coisas distintas, mas Ele nunca se sobrepõe aos seus desejos, pelo contrário, Ele espera que você lute pela realização dos seus sonhos, mas que também tenha a humildade de O reconhecer como o Pai que sabe o que é melhor para os Seus filhos.

Culpar – A culpa é filha da frustração. A consciência do que deveríamos ter feito, sido ou como deveríamos ter agido pesa-nos. Muitos rejeitam assumir qualquer responsabilidade neste âmbito, remetendo-a diretamente para Deus, outros ainda sentem que é o próprio Deus quem os culpa e castiga por um pecado cometido ou pela quebra de uma norma religiosa.

Mentir – Ele não mente ou engana, em circunstância alguma, pelo contrário, diz sempre a verdade, e é esta a proposta que Ele faz a quem deseja segui-Lo, que tenha o mesmo carácter que o Seu, tal como um filho é identificado pelas semelhanças que tem com o seu pai.

Escolher – Deus chama-nos, a todos, sem descriminar ninguém, porém, não é Ele quem nos escolhe. Esta escolha é individual, é cada pessoa quem a faz, a partir do momento em que opta por um dos dois caminhos que são colocados diante de si: o Bem ou o Mal. Ao escolhermo-nos, estaremos, automaticamente, a escolher o caminho do Bem.

Interferir – Ele nunca interfere nas escolhas do ser humano, pelo contrário, dá-lhe livre arbítrio em todos os aspetos e áreas da sua vida, o que implica a liberdade para fazer as suas opções, assim como a capacidade de colher os frutos das mesmas. A responsabilidade pelo nosso sucesso ou fracasso é apenas e unicamente nossa!

Manipular – Não existem trunfos escondidos, com Deus, todas as “cartas estão na mesa” e, para conhecer melhor a Sua “proposta”, basta apenas ler a Sua Palavra, está tudo lá: de onde vimos, quem somos sem Ele e quem nos podemos tornar com Ele. E Deus não pretende condicionar, influenciar e muito menos adulterar o resultado, pois este sempre esteve na nossa mão.

Prender – Deus sabe a criatura que fez, por isso, sabe que o melhor do ser humano é fruto de uma dádiva espontânea. De nada adianta reter alguém contra a sua vontade, pois nada do que aquela pessoa venha a fazer, nenhuma atitude, será baseada na sinceridade. Por isso, Deus não obriga ninguém a permanecer Consigo, antes, oferece a cada um a liberdade de escolha do próprio caminho.

Apoderar – Este verbo significa tomar por força ou sem o consentimento do outro. Deus deseja que nos entreguemos a Ele 100%, o nosso Tudo, o nosso coração, porém, esta entrega tem que ser voluntária, feita de acordo com a vontade de cada pessoa, por isso, Ele nunca se irá apoderar de nada, muito menos da sua vida.

Oprimir – Cristo veio a este mundo, precisamente, para nos livrar do jugo opressor do inimigo, personificado pela doença, miséria, fome, vícios, solidão, abandono, entre outros. Com Deus experimentamos exatamente o oposto, benefícios como a liberdade, a saúde, a abundância, a felicidade, o equilíbrio, etc. A Pessoa de Deus, só por si, é o antónimo da opressão.


Bp. Júlio

Mães sem culpa

Pesquisa revela que trabalhar fora não prejudica o desenvolvimento dos filhos

O dilema das mães da modernidade: a necessidade de trabalhar e a culpa por não estar presente na vida dos pequenos no dia a dia. Porém, uma pesquisa realizada pela Universidade Columbia, de Nova Iorque (Estados Unidos), entre 2002 e 2009, aponta que essas mães não devem se sentir culpadas. O estudo ouviu mais de mil crianças e constatou que, ao contrário do que as mães pensavam, o fato delas trabalharem fora não prejudica o desenvolvimento emocional dos filhos ou a sua capacidade de aprendizado no futuro. A qualidade que as mães dispensam aos filhos quando eles estão juntos e outros quesitos como harmonia, carinho, acesso a educação e a uma vida estabilizada financeiramente é o que conta.

Se por um lado essa pesquisa veio dar um bálsamo no quesito culpa, por outro, mãe é mãe, e elas sempre se sentirão divididas, ainda mais no nosso País, onde 76% das mulheres trabalham fora e 43% delas são chefes de família, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Veja a seguir o relato de duas mães, que exemplificam bem o sentimento de milhões de brasileiras:

“Se soubermos dosar, no final dá tudo certo”

A jornalista Ivonete Abreu – mãe de Thamires, de 8 anos, e Cauê, de 4 – diz que sentiu como se lhe tirassem algo quando teve de deixar a filha, na época com apenas 3 meses e 10 dias, na escolinha, para que pudesse voltar a trabalhar. “A médica me liberou 20 dias antes do nascimento dela, consequentemente, tive de voltar 10 dias mais cedo do que o habitual, que são 4 meses. Foi terrível, lembro-me como se fosse hoje, entreguei minha filha, com menos de 4 meses, nos braços de uma ‘desconhecida’. Foi uma sensação de vazio, era como se tirassem algo de dentro do meu coração, um pedaço de mim”, conta.

Ivonete lembra que chorou muito, mas que, com o tempo, foi se acalmando: “Com o passar dos dias e a comprovação de que minha filha estava sendo mesmo bem tratada, fui me acalmando, até ela crescer, começar a se expressar e dizer o quanto ‘curtia’ estar na escolinha. Pronto, a dor cessou, mas até isso acontecer, chorei muito. Só que algumas coisas eu quase não tive o privilégio de participar, como vê-la dar os primeiros passos, o que aconteceu na escola.”

Com o segundo filho, a jornalista já não sofreu tanto. “Tive a oportunidade de ficar em casa com ele até os 9 meses. Ele já se alimentava, sentava e engatinhava. Mesmo assim, ao voltar a trabalhar, foi aquele choro, mas não tanto quanto da primeira filha. Já era familiar para mim a escola, a confiança já havia, então, tudo foi mais fácil. Mesmo assim, quando eles adoeciam – com qualquer gripe ou coisinhas comuns de crianças –, batia uma dor na alma, principalmente por ter de levá-los, muitas vezes, com febre pra escola, já que não tinha outra opção. Outras vezes, receber um telefonema da escola para ir buscá-los porque estavam com febre, também me fazia sentir essa culpa. Em outro momento, quando o meu filho caiu na escola e teve que levar dois pontos no canto da boca, a sensação era de que se eu tivesse com ele, isso não teria acontecido”

Ela afirma que muitas vezes ainda se sente culpada, mas, apesar da saudade, está mais sossegada. “Se soubermos dosar o amor, a educação e o trabalho, no final dá tudo certo. O que me dá alívio é saber que posso educá-los com mais qualidade, numa escola particular. Vale a pena o sacrifício. Para quem é mãe e profissional, como eu, o conselho é que, se tiverem a oportunidade de manter o jogo de cintura, fazendo as duas coisas, que o façam: nem abandonar totalmente a vida profissional, nem delegar totalmente aos outros aresponsabilidade de educar, cuidar e amar os filhos. Se tiver que deixar numa escolinha, procure obter o maior número de referências possível, mas, acima de tudo, confie e entregue nas nãos de Deus. Hoje, eles estão super bem, saudáveis, alegres, amorosos e muito arteiros”.

Deixou os filhos para trabalhar de babá

Por circunstâncias da vida e depois de um tempo desempregada, com dois filhos para criar – Gabriel, hoje com 13 anos, e Rodrigo, com 21 –, Ivana Reis, de 40 anos, arrumou um emprego de babá em um condomínio de luxo da capital paulista. Deixou os próprios filhos para cuidar dos de outra pessoa. “Deixei para a minha mãe cuidar dos meus dois filhos, na época com 6 e 12 anos. No começo foi bem doloroso, senti que estava perdendo a infância de um e, o começo da adolescência do outro. Mas precisava muito do emprego. Precisava sustentá-los. Desde o nascimento do segundo, sou separada, o que redobrava minha tarefa de mãe. Seria muito difícil arranjar outro emprego que não fosse esse, mesmo ficando longe das crianças”, relata Ivana.

A babá conta que a avó dos meninos dava todo o suporte que eles precisavam: “Eu folgava a cada 15 dias. Foi uma conciliação difícil, ficar tanto tempo sem ver os meus filhos. Minha mãe foi fundamental nessa história, mas eu estava sempre ligando, falando com eles, e quando nos encontrávamos era só alegria. Consegui educá-los à distância e desde o início sempre deixei claro que a minha ausência não era porque eu queria, mas por uma necessidade. Aproveitávamos cada segundo juntos íamos ao shopping, passeávamos e eu ajudava nas lições de casa. Isso fortaleceu a nossa união.”

Ivana acredita que os filhos passaram bem pela situação: “Claro que senti muito remorso por estar longe deles, mas eles não têm nenhum trauma por eu ter ficado longe. Acho que a mãe sofre mais do que o filho. Continuo como babá, só que agora folgo mais vezes, pois troquei de emprego. Hoje, acompanho mais a adolescência do segundo filho. Digo para mim mesma, quando surge a culpa, que foi melhor assim. Se hoje eles têm uma boa educação e uma vida estável foi por conta do sacrifício que tive que fazer.”

Solteira e feliz

Apesar da pressão para se casar, algumas mulheres mostram que estar sozinha não é sinônimo de infelicidade

A cobrança para que as mulheres solteiras arrumem um companheiro torna-se maior a cada dia. Isto porque a pressão por parte de familiares e amigos se intensifica. Diferentemente de alguns anos atrás, atualmente elas têm mostrado que a felicidade independe de estar acompanhada ou não e, com isso, buscam uma melhor qualificação profissional.

Segundo Vera Otero, psicoterapeuta comportamental, uma das grandes descobertas ocorre quando a mulher percebe que a felicidade depende dela própria. “Essa história de encontrar a metade da laranja gera um peso muito grande. Eu preciso ser inteira e encontrar outro que seja inteiro também”, destaca.

Com a cobrança por parte dos familiares e amigos, algumas mulheres têm medo de ficar solteiras. De acordo com a especialista, esse sentimento negativo está enraizado na cultura e por isso gera tanta pressão.

A psicoterapeuta salienta que, diferentemente do homem, a mulher solteira está mais preparada para esse período de solidão e ressalta que há diferenças entre viver sozinha e ser solitária. “Ser solitária é quando a mulher não procura ninguém, sendo considerada antissocial. Em alguns casos, ela até tem um parceiro fixo, mas depois se dissolve porque não dá certo. Já o ato de viver sozinha é diferente. Há uma interação, e ela consegue aproveitar bem este momento”, afirma.

Homem é menos preparado para viver sozinho. Segundo Vera Otero, quando a mulher tem uma estrutura sólida de amigos e uma vida profissional estabilizada, ela supera melhor a fase solteira. No caso do homem, a ele torna-se dependente. “Lembro do caso de um rapaz que sequer sabia que precisava comprar esponja de aço, pois tudo era a esposa dele quem fazia”, revela.



A psicoterapeuta ressalta que estar sozinho para algumas pessoas é visto como uma opção de vida, entretanto, a nossa cultura nos prepara para termos parceiros. E para que essa parceira dê certo, é preciso respeitar a individualidade do outro. “Não é confundir egoísmo individualista com individualidade. Cuidar do outro é fundamental. Se existirem somente vidas paralelas, não há parceria. Além disso, deve haver interesses comuns. Não é correto também pensar só na minha felicidade, porque pode começar a despertar raiva por parte do companheiro”, diz.

Momento propício para crescer profissionalmente

Como a fase solteira é um período onde há menos compromisso de ter de cuidar de outra pessoa, a especialista revela alguns detalhes importantes para que este momento não se torne negativo. “É uma boa fase para se dedicar aos estudos, à profissionalização, uma vez que ela tem mais tempo livre. Além disso, é benéfico aproveitar este momento para olhar para ela mesma, conhecer outras pessoas, não somente para buscar um parceiro, mas porque as trocas na vida são essenciais. Nós somos seres sociais,” afirma. E continua: “É importante que a mulher construa as convicções dela, qual é o contexto da vida. Se ela colocar a felicidade nas mãos de outra pessoa, há uma enorme probabilidade de ela não conseguir ser feliz.”

No cenário atual, a mulher solteira busca independência econômica, melhorar profissionalmente e disputa cargos altos de chefia nas empresas. “As mulheres estão se tornando mais autoconfiantes”, revela.

No caso de mulheres que ainda não conseguem superar o momento de solidão e estão sempre em busca de um parceiro, pois acreditam que somente acompanhadas conseguirão ser felizes, a especialista aconselha a buscar ajuda de um psicoterapeuta. “Com isso ela vai rever as concepções de vida para aprender a lidar com essa situação”, assegura.

Confira as dicas da especialista para ser uma solteira feliz:

- Não permita que a sua felicidade dependa de outra pessoa. Estar solteiro não é sinônimo de infelicidade;

- Procure conhecer outras pessoas, não para buscar parceiros, mas para trocar experiências;

- Aproveite o momento para se aprimorar na profissão;

- Reveja seus princípios e concepções de vida. Estar sozinha deve ser encarado como um momento de autoavaliação.

Agência Unipress Internacional

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

De novo, tudo de novo…

Eis aí de novo o mesmo erro que você sempre comete. Quando é que você vai aprender e mudar? O ciclo começa, no entanto, mais uma vez. Você pede a Deus para te perdoar, mas o mais difícil é se perdoar. Por mais que você se diga que essa será a última vez, no fundo sabe que está se enganando mais uma vez.

Qual é o problema com os erros persistentes? Por que é tão difícil se livrar deles?

Davi teve este problema até que um dia tornou-se tarde demais, e ele teve de pagar um preço bem alto por isso. Ele era aquele homem de Deus incrível. Ele tinha tudo, o Espírito Santo, fé, caráter, coragem, boa formação, experiências, boa aparência e muito mais. Mas ele tinha um defeito: as mulheres. E assim, já que ele era um rei, desfrutou da “liberdade” de se casar com muitas delas para que assim tivesse muitos descendentes.

E apesar de saber que isto é uma fraqueza, e de que com certa frequência seus filhos de diferentes esposas entrariam em conflito entre si, ele simplesmente não conseguia resistir a ter novas esposas. Num dia um tanto ocioso, quando decidiu ficar no palácio e se omitir da guerra por alguns dias, ele avistou, então, uma outra mulher do seu terraço. Ela estava se banhando, e ele, simplesmente, não pôde resistir. Ele tinha que possuí-la, ainda que fosse por apenas uma noite.

Bate-Seba era casada com um dos soldados dele – que estava fora, lutando na guerra – e em vez de se sentir culpado pelo pensamento de possuir a sua esposa por uma noite, Davi se aproveitou de sua ausência.

Este erro custou caro a Davi. Bate-Seba engravidou e ele teve que enviar o marido dela para morrer na linha dianteira da guerra. Ele se casou com ela mais tarde e o bebê deles morreu. Mais para frente seus filhos se rebelaram contra ele e Davi teve que fugir de seu país. O seu segundo filho com Bate-Seba se tornou o rei Salomão, e sabe o que lhe fez cair feio? Mulheres!

Tanta coisa aconteceu com Davi após cometer o mesmo erro… Sem precisar mencionar toda a dor de cabeça com os seus filhos lutando entre si e se rebelando contra ele todos os dias da sua vida…

Voltando à pergunta anterior… Como evitar cometer os mesmos erros de sempre, tudo de novo, então?

Fuja deles. Evite o terraço que o leva a cair toda vez.

Se a sua fraqueza são mulheres ou homens, fique longe deles. Se é roubar ou mentir, evite situações em que você sabe que poderá cair de novo. Seja sábia para o seu próprio bem. Os erros sempre voltam para caçar as suas vítimas. Deixe de ser uma vítima das suas próprias fraquezas.


Cristiane Cardoso



Todos sabem que as estatísticas mostram um aumento no número de divórcios nos últimos anos. Apesar do avanço da ciência e tecnologia ter melhorado a qualidade de vida de muitos, quando o assunto é relacionamento, parece que está havendo um retrocesso. As pessoas não estão conseguindo manter um relacionamento por muito tempo. O jeito é olhar para nossos avós.

Como, e por que, nossos antepassados conseguiam ficar juntos por tanto tempo? Há algum segredo que podemos aprender deles?

A boa notícia é: há sim, e não apenas um. Aqui vão cinco:

  1. O casamento é maior que os indivíduos – Os antigos viam o casamento como uma promessa que não podia ser quebrada. O fracasso no casamento significava o fracasso dos indivíduos. Hoje, em contraste, quando um casal não “dá certo” a culpa quase sempre é jogada para a outra pessoa, ou até mesmo para a própria instituição do casamento. Lição: exceto em casos extremos, como de abuso, coloque o casamento acima de você mesmo e lute por ele como por sua honra.
  2. Os dois concordam sobre o que é um casamento – Quando ambos sabem onde querem chegar com a união, e os objetivos e expectativas são compatíveis, há mais chance de ficarem juntos até o fim. Hoje muitos nem sabem o que é casamento, mas casam assim mesmo. Resultado: expectativas frustradas. Lição: Esteja consciente do que é um casamento, entenda o que a outra pessoa pensa a respeito também, e alinhem suas expectativas.
  3. O hábito de dar – O foco hoje tem sido mais no que as pessoas vão ganhar pelo casamento, ou seja, o que a outra pessoa pode me oferecer para me fazer feliz. Antigamente, a ideia era de se dar, se entregar ao casamento, até a própria vida. Havia uma crença forte de que o dar resultaria no receber. Lição: Procure colocar as necessidades do seu parceiro em primeiro lugar, e dê mais de si ao relacionamento. Atenção: você pode estar dando, mas não o que a outra pessoa mais precisa. Foque nas necessidades.
  4. Focar no que é bom, relevar o que é ruim – Óbvio, não é mesmo? Mas os antigos pareciam ser melhores nisso. “Ele não é carinhoso, mas é um ótimo pai.” “Ela gosta de gastar, mas cuida muito bem de mim.” Eles costumavam ver mais os pontos positivos, e não ficar tentando mudar um ao outro. Lição: Deixe de olhar os defeitos da outra pessoa (e criticá-la) e comece a valorizar as virtudes.
  5. Seu cônjuge é seu espelho – O espelho reflete quem realmente somos, e nos dá a oportunidade de melhorar o que não está bem. Portanto, o espelho é um amigo verdadeiro, que não esconde o que somos, e nos ajuda a melhorar porque nos mostra nossos erros. Assim é o seu cônjuge. Quem você é dentro do seu casamento é uma imagem fiel de quem você realmente é. Lição: use seu cônjuge como um desafio a ser uma pessoa melhor.

Para resumir o conceito de amor à moda antiga em uma palavra: compromisso. Quando você tem um compromisso como uma outra pessoa e zela pela sua própria honra, você se propõe a fazer de tudo para manter sua palavra.

Esses princípios nunca estão fora de moda.


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Bispo Renato

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Iniciativa não se ganha, se toma

Ninguém pode lhe dar iniciativa. Isso é algo que você tem que tomar por si mesmo.

  • Seja mais ousado(a)
  • Arrisque mais
  • Não tenha medo de parecer ridículo, de vez em quando
  • Abra a boca e fale ao invés de calar
  • Compareça inesperadamente
  • Experimente coisas novas
  • Seja o(a) primeiro(a) a reagir
  • Aceite mais desafios
  • Não espere ser mandado(a)

Isso é tomar iniciativa.


Extraído do Blog...

Bp. Renato Cardoso

Caos


Caos

“ O caos só reina aonde não há plano, tempo e humildade para aprender. Seja humilde para aprender, não apresse o tempo, trace um plano e o seu objectivo será alcançado.”

Com o forte desenvolvimento social, económico e financeiro cada vez se sente mais necessidade de haver o equilíbrio e a paz entre os povos. Presentemente, a palavra caos está cada vez mais enraizada numa sociedade que luta a cada dia mais pela igualdade.

O estado de absoluta confusão; confusão extrema e irremediável é fruto em grande parte da ausência de um plano, tempo e humildade para aprender. O plano tem uma importância fundamental, porque é a forma de examinar antecipadamente para evitar surpresas desagradáveis quando se pretendem atingir objectivos. O factor tempo é um ingrediente essencial para que se tenham os alicerces bem fundamentados no alcance de metas e a humildade para aprender é uma qualidade dos vencedores.

Quem tem espírito de liderança nunca pensa que sabe tudo, mas tem humildade para reconhecer que todos os dias está a aprender coisas novas e enriquecedoras com os que o rodeiam.

Mensagem extraída do Livro
“Direto no Alvo”
, de Júlio César L. Freitas

sábado, 25 de fevereiro de 2012

1 - Confiar

 Para confiar em Deus, temos que ser como criança que se joga aos braços do pai sem ter medo de cair ou de se ferir.  Ter confiança no sentido denotativo é: Segurança íntima de procedimento. Crédito. Fé. Ter esperança em alguém.  A confiança que desenvolvemos com Deus, não é a mesma confiança que desenvolvemos com pessoas, pois mesmo sendo pessoas em que possamos confiar, em se tratando de seres humanos elas podem nos trazer grandes decepções na vida. “Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor.” (Jeremias.17:5.)  Nossa confiança nos homens tem os seus limites, porém em Deus nossa confiança é ilimitada.   Dez motivos pelo qual podemos confiar em Deus: Deus é fiel no que promete: Se Ele prometeu Ele irá cumprir, não importa o quanto demore a promessa se cumprir, não desanima, na hora certa Deus irá fazer tudo o que prometeu. ”Deus não é homem para que minta; nem filho de homem para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido não o fará? Ou tendo falado, não o cumprirá?” (Números 23:19) Confiar em Deus é ter certeza de uma vida inabalável: “Os que confiam no Senhor são como o monte de Sião, que não se abala, firme para sempre.” (Salmos 125:1) Confiar em Deus é ter a certeza de ter nossas forças renovadas: Quando confiamos em Deus, Ele renova nossas forças, porque Ele conhece a nossa estrutura e sabe o tanto que suportando, então Ele nunca nos deixa cair, Ele sempre renova nossas forças, nos dando um novo animo para prosseguir. ”Mas os que esperam no Senhor renovaram as sua forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.” (Isaías 40:31) Confiar em Deus é ter a garantia de proteção: Como um pai, Deus esta sempre ali de olho em nos, cuidando, nos livrando do mal. Seus olhos estão atentos sobre os Teus filhos, pois Ele nos ama e que o nosso bem. “Como em redor de Jerusalém estão os montes, assim o Senhor em volta do seu povo, desde agora e para sempre.” (Salmos 125:2) Confiar em Deus é garantia de segurança em toda e qualquer situação: Deus nos garante uma vida em segurança, pois onde formos Ele estará conosco e Deus estando ao nosso lado meu querido, nenhum mal pode nos abater! ”Mas agora, assim diz o Senhor, que te criou ó Jacó e te formou ó Israel: Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és meu. Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimará, nem a chama arderá em ti.” (Isaías 43:1-2) Confiar em Deus é ter a garantia de vida eterna: ”…porque eu sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele Dia.” (2 Timoteo 1:12b) Confiar em Deus é ter a garantia que Ele nunca irá nos abandonar: Deus estando ao nosso lado, o que o homem poderá fazer a nos? Nada! Agindo Deus em nossas vidas, ninguém irá impedir. “De maneira alguma te deixarei, nuca jamais te abandonarei. Assim, afirmemos confiadamente: O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?” (Hebreus 13:5,6) Confiar em Deus é a garantia de descanso: “Respondeu-lhe: A minha presença irá contigo, e eu te darei descanso.” (Êxodo 33:14) Deus é fiel, mesmo que não sejamos: ”Ainda que nós sejamos infiéis, Deus permanece  fiel até ao fim, porque não pode negar-se a si mesmo!” (2Timoteo 2:13). É importante deixar claro uma coisa, essa passagem não significa que voce pode fazer o que bem entende e Deus vai continuar te abençoando, vai passar a mão na sua cabeça, essa passagem significa que, mesmo que sejamos infiéis a PALAVRA DE DEUS vai continuar se cumprindo, Deus vai continuar o mesmo, ele não muda, Deus sem nós continua sendo Deus, e nós sem Deus somos o que? Quem for infiel não vai herdar a vida eterna. Confiar em Deus é a garantia que chegaremos ao nosso destino em segurança: “E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão.” (João 10:28)  Deus é fiel meu querido confie nEle, que sua esperança não será frustrada, não deixe nunca que as coisas do mundo desviem seus olhos do alto, mas firma Seus olhos no alvo e toda nossa confiança irá valer a pena! “Guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel.” (Hebreus.10:23) - Por: Sara Dias - Coordenadora Crer Para Ver - Brasília (DF)

Para confiar em Deus, temos que ser como criança que se joga aos braços do pai sem ter medo de cair ou de se ferir.

Ter confiança no sentido denotativo é: Segurança íntima de procedimento. Crédito. Fé. Ter esperança em alguém.

A confiança que desenvolvemos com Deus, não é a mesma confiança que desenvolvemos com pessoas, pois mesmo sendo pessoas em que possamos confiar, em se tratando de seres humanos elas podem nos trazer grandes decepções na vida. “Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor.” (Jeremias.17:5.)

Nossa confiança nos homens tem os seus limites, porém em Deus nossa confiança é ilimitada.

Dez motivos pelo qual podemos confiar em Deus:

  1. Deus é fiel no que promete: Se Ele prometeu Ele irá cumprir, não importa o quanto demore a promessa se cumprir, não desanima, na hora certa Deus irá fazer tudo o que prometeu. ”Deus não é homem para que minta; nem filho de homem para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido não o fará? Ou tendo falado, não o cumprirá?” (Números 23:19)
  2. Confiar em Deus é ter certeza de uma vida inabalável: “Os que confiam no Senhor são como o monte de Sião, que não se abala, firme para sempre.” (Salmos 125:1)
  3. Confiar em Deus é ter a certeza de ter nossas forças renovadas: Quando confiamos em Deus, Ele renova nossas forças, porque Ele conhece a nossa estrutura e sabe o tanto que suportando, então Ele nunca nos deixa cair, Ele sempre renova nossas forças, nos dando um novo animo para prosseguir. ”Mas os que esperam no Senhor renovaram as sua forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.” (Isaías 40:31)
  4. Confiar em Deus é ter a garantia de proteção: Como um pai, Deus esta sempre ali de olho em nos, cuidando, nos livrando do mal. Seus olhos estão atentos sobre os Teus filhos, pois Ele nos ama e que o nosso bem. “Como em redor de Jerusalém estão os montes, assim o Senhor em volta do seu povo, desde agora e para sempre.” (Salmos 125:2)
  5. Confiar em Deus é garantia de segurança em toda e qualquer situação: Deus nos garante uma vida em segurança, pois onde formos Ele estará conosco e Deus estando ao nosso lado meu querido, nenhum mal pode nos abater! ”Mas agora, assim diz o Senhor, que te criou ó Jacó e te formou ó Israel: Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és meu. Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimará, nem a chama arderá em ti.” (Isaías 43:1-2)
  6. Confiar em Deus é ter a garantia de vida eterna: ”…porque eu sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele Dia.” (2 Timoteo 1:12b)
  7. Confiar em Deus é ter a garantia que Ele nunca irá nos abandonar:
    Deus estando ao nosso lado, o que o homem poderá fazer a nos? Nada! Agindo Deus em nossas vidas, ninguém irá impedir. “De maneira alguma te deixarei, nuca jamais te abandonarei. Assim, afirmemos confiadamente: O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?” (Hebreus 13:5,6)
  8. Confiar em Deus é a garantia de descanso: “Respondeu-lhe: A minha presença irá contigo, e eu te darei descanso.” (Êxodo 33:14)
  9. Deus é fiel, mesmo que não sejamos: ”Ainda que nós sejamos infiéis, Deus permanece fiel até ao fim, porque não pode negar-se a si mesmo!” (2Timoteo 2:13). É importante deixar claro uma coisa, essa passagem não significa que voce pode fazer o que bem entende e Deus vai continuar te abençoando, vai passar a mão na sua cabeça, essa passagem significa que, mesmo que sejamos infiéis a PALAVRA DE DEUS vai continuar se cumprindo, Deus vai continuar o mesmo, ele não muda, Deus sem nós continua sendo Deus, e nós sem Deus somos o que? Quem for infiel não vai herdar a vida eterna.
  10. Confiar em Deus é a garantia que chegaremos ao nosso destino em segurança: “E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão.” (João 10:28)

Deus é fiel meu querido confie nEle, que sua esperança não será frustrada, não deixe nunca que as coisas do mundo desviem seus olhos do alto, mas firma Seus olhos no alvo e toda nossa confiança irá valer a pena! “Guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel.” (Hebreus.10:23)

- Por: Sara Dias - Coordenadora Crer Para Ver - Brasília (DF)

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Obreiro escreve mais sobre como construir uma comunhão com Deus.

O titulo acima foi um pedido do Rodrigo nos comentários do post “Eu não quero simplesmente ter, mas antes, eu quero ser…”, depois desse pedido eu estava conversando com o Alexandre, e comentando com ele que os leitores do Cristão da Universal são leitores sedentos do Senhor Jesus.

Para se ter uma idéia de como é ter uma comunhão com Deus, devemos olhar para o maior exemplo de comunhão com Deus que já existiu na humanidade, que é a Comunhão entre o Senhor Jesus quando esteve aqui nesse mundo e Deus.

A comunhão do Senhor Jesus era tão latente, que o próprio Deus disse em voz audível “Este é o meu Filho, em quem eu me comprazo”, o Senhor Jesus simplesmente não adorava a Deus, mas a sua vida era de adoração, o Senhor Jesus não se dirigia a um templo para se encontrar com Deus, mas Ele vivia Deus em si, até na hora da sua morte, o Senhor Jesus teve comunhão com Deus, quando Ele disse: “ Pai, em suas mãos eu entrego o meu espírito”, o Senhor Jesus foi o maior exemplo de comunhão que existiu, o Senhor Jesus foi o maior, de todos os heróis da fé.

Ter comunhão com Deus não é praticar uma histeria dentro da igreja, com gritarias, rolando no chão, cair pelo poder de Deus, latir pelo poder de Deus, dar risada pelo poder de Deus e tantas outras baboseiras demoníacas introduzidas pelo exagero pentecostal na igreja. Mas ter comunhão com Deus não é simplesmente louvar a Deus com uma canção bonita, mas é ter uma vida de louvor, através dos seus pensamentos, através de suas palavras, através de suas atitudes, através do seu relacionamento com o seu próximo.

Muitos buscam o batismo com o Espírito Santo há anos e não encontram, alguns chegam na igreja, e nem abrem os seus lábios, e imediatamente são cheios do Espírito Santo, para se ter o Espírito Santo tem que haver renuncia, sacrifício, entrega.

O Senhor Jesus era muito usado pelo Espírito Santo para pregar, para curar, para salvar, para operar milagres, mas os seus dons não o iludiam, o Senhor Jesus era Deus, mas mesmo assim, ele se retirava, fugindo das multidões nos desertos, nos montes, justamente para ter o seu momento com Deus, para ter o seu relacionamento intimo com Deus, para ter comunhão com Deus.

Muitos pastores, bispos, obreiros , hoje fazem obras mui numerosas, batizam, curam, salvam, pregam, enfim….são usados na obra, mas colocam toda a sua confiança em seus dons, e desprezam a comunhão com o Seu Deus, resultando numa fraqueza espiritual, e conseqüentemente em sua queda espiritual.

Três atitudes, são básicas para o inicio de um relacionamento com Deus….e estes atos devem ser praticados todos os dias…não de uma maneira religiosa…mas de todo o coração a fim de ser cheio do Espírito Santo..e elas são: leitura da biblia, oração e jejum. O cristão que tem como hábito estes três atos nunca cai, nunca enfraquece, nunca esmorece, mas a cada dia, cresce , se torna forte, se torna cheio do Espírito Santo.

Deus procura homens e mulheres para se relacionar, o nosso relacionamento com Deus não pode ser um monologo, mas tem que ter a participação de ambas as partes, e Deus quer falar conosco, Deus quer fazer morada em nossos corações, Deus quer nos encher do Espírito Santo, Deus quer que sejamos embaixadores Dele aqui neste mundo.

Meu amigo e minha amiga, não se embriague com o vinho deste mundo, não se distraia com os modismos implantados pelo diabo na igreja, não olhe para homens, mas busque, busque o Espírito Santo, busque uma comunhão com Deus, faça isso uma meta, faça isso a coisa mais importante da sua vida.

Os homens e mulheres que tiveram comunhão com Deus, estes foram os mais usados por ele, os homens e mulheres que eram cheios do Espírito Santo, estes fizeram a diferença em seus respectivos tempos, é impossível, um homem ou mulher ser cheio do Espírito Santo e ser um indigente nesse mundo, pois como dizia o Senhor Jesus, é impossível esconder uma candeia debaixo da mesa.

A pessoa que tem comunhão com Deus tem vida própria, a pessoa que tem comunhão com Deus é luz, a pessoa que tem comunhão com Deus o diabo pede licença ao cruzar o seu caminho, a pessoa que tem comunhão com Deus os principados e potestades se curvam diante dela.

Deus usou tantas pessoas…e essas pessoas que foram usadas por Ele marcaram o mundo no seu devido tempo, hoje…Deus ele conta com você….mas para isso, suba os montes, vá para o deserto, busque a face do Seu Deus, faça a diferença nesse mundo meu amigo e minha amiga.

Que o Senhor Jesus abençoe a todos.

Obr. Carlos Alberto

carlos@cristaoduniversal.com.br

Obreiros da Igreja Universal


Tem dois tipos de obreiros na igreja universal: os que estão de obreiros e os que são obreiros, neste post eu vou escrever os adjetivos dos que SÃO obreiros, eu vou descrever quem na verdade são os obreiros da igreja universal, agora…se você quiser saber quem apenas ESTÁ de obreiro e não é, é só ler o post abaixo e considerar o contrário de tudo que será descrito aqui.

A pessoa que é obreira da Igreja Universal, ela não é chamada pela igreja, ela não é chamada pelo pastor, mas o obreiro é separado, é separado dos seus amigos, é separado dos seus familiares, dos seus entes queridos, o obreiro é escolhido a dedo pelo próprio Deus, é obreiro, quem tem o chamado, e esse chamado não vem do pastor da instituição religiosa, mas esse chamado vem do próprio Deus.

Agora porque Deus escolhe? Quais são os critérios que Deus usa para escolher alguém para ser o seu obreiro? Eu não sei..rsrsrs Isso é com Ele, só sei que Ele escolhe, e Ele não escolhe qualquer um, Ele não chama qualquer um, Ele não chama o mais bonito, a mais bonita, o mais estudado, o doutor, o magistrado, o mais forte, o mais influente, o mais rico,não…Ele chama aquém que lhe apraz, porque Deus não vê como o homem vê…o exterior…mas Deus vê o coração..e é por ai que Ele escolhe e é por ai que Ele rejeita.

O Obreiro da Igreja Universal não recebe salário…é um trabalho voluntário por amor, por vocação, mas precisa o obreiro receber salário? O salário do obreiro é o sorriso de um alma que chegou na igreja com tristeza, o salário do obreiro é a libertação do cativo, o salário de um obreiro é a cura de um enfermo, o salário do obreiro é a salvação do perdido, o salário do obreiro é o desejo de viver do homicida, o salário do obreiro é a benção do povo, o salário do obreiro é a gratidão, o respeito que o povo tem por ele, o salário do obreiro são almas no reino dos céus.

O obreiro da Igreja Universal é um pérola do Senhor Jesus, é uma dracma, é um talento, é uma joia, é um tesouro, que prioriza a vida do próximo em detrimento da sua própria vida, é obreiro que mesmo doente, ora pela cura do povo, é o obreiro que mesmo na miséria, ora pela prosperidade do próximo, é o obreira que mesmo com dificuldades em sua família, ora pelo casamento da mulher que chega desesperada na igreja, é a obreira que mesmo solteira, ora pelos solitários e contritos na vida sentimental….(na verdade a situação atual dos obreiros não importa, isso porque através da fé tudo se vence,o obreiro esquece dos seus problemas e prioriza o problema do povo) ah obreiros…como Jesus ama vocês…como o diabo inveja a Deus por sua causa, porque o diabo queria ter servos como vocês.

O Obreiro da Igreja Universal não consegue ter uma vida social, mesmo que não tenha nenhuma restrição denominacional da IURD quanto a isso, mas o obreiro não consegue, isso porque o entretenimento do obreiro é o átrio, o entretenimento do obreiro é estar nos becos, nas favelas, nos hospitais, nos presídios ganhando almas, pregando o evangelho…o coração do obreiro queima, o coração do obreiro arde de paixão pelas almas, pelo próximo, pelo seu próprio ministério.

Ah Obreiros….soldados de Cristo, cujo privilégio é bem maior do que a dos anjos, pois os anjos não curam, os anjos não pregam, os anjos não salvam, os anjos não libertam, mas vocês…vocês fazem tudo isso, vocês são instrumentos de Deus, embaixadores, representantes do Senhor Jesus aqui na Terra, pérolas….pérolas da IURD, pérolas de Cristo…obrigado meu Deus..obrigado pelos obreiros…

Obreiros que trabalham, obreiros que estudam, obreiros que correm o dia inteiro, a semana inteira para conquistarem o seu ganha pão, mas os seus corações estão mesmo no átrio, nas almas, obreiros que rolam no chão com demônios, obreiros que tem os seus uniformes rasgados nas sextas feiras, obreiros que tem os seus uniformes sujos de lama nas evangelizações nas comunidades, obreiros que tem os seus rostos de lágrimas pela dor de ver uma alma no inferno…obreiros…obreiros que carregam o mundo em suas costas..obreiros que tem que ser bons filhos, bons pais, bons maridos, obreiros que tem que testemunhar através de suas atitudes o perfume de Cristo, obreiras que são perseguidas pelos seus maridos, que são perseguidas pelos seus filhos, filhos que são perseguidos pelos seus pais, onde preferem que as suas filhas sejam prostitutas ao invés de obreiras, onde preferem que seus filhos sejam bandidos e assassinos ao invés de obreiros…

Mas os obreiros suportam tudo isso, porque Deus os sustenta, porque Deus dá a certeza de que o obreiro vai vencer o diabo…Deus dá a certeza de que o obreiro vai vencer o mundo…por isso o obreiro suporta, suporta a dor, as humilhações, o obreiro geme, o obreiro chora, o obreiro sofre, mas depois que coloca o seu uniforme e vai para igreja para servir, imediatamente o obreiro sorri, o obreiro de frágil se torna um guerreiro, se torna um gigante e o diabo…rsrsrs o diabo corre…

O Diabo odeia o obreiro, o diabo fica 24 horas arquitentando, pensando e agindo para derrubar o obreiro, o ódio do diabo pelos obreiros é saber que os obreiros é como ele, ou seja, obreiro que é obreiro só quer saber de almas, assim como o diabo, por isso ele odeia os obreiros, e para derruba-los, colocam as mais fortes potestades e principados para derruba-los, mas o obreiro quando anda, os mais fortes demônios sai da frente dando licença.

Obreiro da Universal tem como maior patrimônio, a certeza, a convicção, a fé, a salvação o Espírito Santo, Obreiro da Universal tira dos gemidos o sorriso, tira dos problemas a vitória, tira da miséria a prosperidade, tira das lagrimas a alegria, das guerras a paz, do inferno as almas.

A maior riqueza do Obreiro da Universal não é a quantidade de dinheiro que tem nos bancos, não são os carros importados, as empresas, mas…a maior riqueza do obreiro é o galardão que o aguarda nos céus, é a morada que o Pai têm preparado.

Que Deus levante mais obreiros, que Deus abençoe os obreiros, que Deus sustente os obreiros, que Deus resgate os obreiros que se perderam, Que Deus esteja com os obreiros sempre.

Obr. Carlos Alberto

E-mail para orientações: Carlos@cristaodauniversal.com.br

Blog Cristão da Universal


Estudo sobre Jejum - Parte 01


Depois de 05 dias de folga estou de volta..rsrs confesso a vocês que detesto folgas e férias, gosto mesmo é de estar nas guerras do dia a dia, nas guerras diárias, nas correrias, quando descanso bastante me sinto enferrujado..rsrs muito ruim essa sensação.

Mas vamos lá…de volta depois do carnaval (graças a Deus acabou esse feriado do diabo), vou escrever sobre o jejum, escrevo esse post devido as dúvidas de alguns leitores ,esse post vai ser bom para todos aqueles que tem dúvidas acerca do jejum.

O que é Jejum?

Jejum é a abstinência de alimento durante um tempo ou período e há dois tipos de jejuns: o jejum Ritual e o Jejum espontâneo.

O jejum Ritual é o jejum praticado nos moldes das leis judaicas, é um jejum cujo prática é oriundo de mandamentos e obrigações para um fim ritualístico e para a prática de uma religião em si conforme o texto bíblico abaixo:

E isto vos será por estatuto perpétuo: no sétimo mês, aos dez do mês, afligireis as vossas almas, e nenhum trabalho fareis nem o natural nem o estrangeiro que peregrina entre vós.

Porque naquele dia se fará expiação por vós, para purificar-vos; e sereis purificados de todos os vossos pecados perante o SENHOR.

É um sábado de descanso para vós, e afligireis as vossas almas; isto é estatuto perpétuo.

Levítico 16:29-31

O Jejum espontâneo se difere do jejum ritual, isso porque no jejum espontâneo como o próprio nome diz, jejuamos porque queremos, jejuamos não para obedecer rituais de uma religião, mas jejuamos para nos ofertamos a Deus, jejuamos para nos separar e nos santificar para o Espírito Santo, sempre com propósitos espirituais. O jejum espontâneo é acompanhado de orações, louvores, buscas ao Espírito Santo e espírito de oração, o jejum espontâneo é sempre secreto.

Para não pareceres aos homens que jejuas, mas a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente.

Mateus 6:18

O maior objetivo do jejum é que nós venhamos diminuir e que Deus venha crescer em nós, a verdade é que num mundo tão materialista, carnal, cheio de ambições, o cristão que não jejuar, fica carnal, materialista, e fica também cheio de ambições do inferno, deixando de fazer a vontade de Deus e se embriagando no vinho desse mundo.

A Igreja está cheia de cristãos que estão na igreja de corpo presente mas com os corações longe de Deus, com as suas carnalidades e desejos em evidencias e com o espírito fraco, obviamente que a queda desses cristãos é iminente.

O jejum é para isso, é para nos conectarmos com Deus, independentemente do meio corrupto em que vivemos, o jejum desperta o nosso espírito… através do jejum somos mais perceptíveis a voz do Espírito Santo …através do jejum nos tornamos seres espirituais , através do jejum, somos luz, quem jejua sempre está de pé, nunca cai, não cede as tentações da carne, porque como o diabo vai tentar alguém que esta no espírito? Impossível…quem cai em tentação com frequência é porque vive na carne e não no espírito, o objetivo maior do jejum é glorificar a Deus:

Dizendo: Por que jejuamos nós, e tu não atentas para isso? Por que afligimos as nossas almas, e tu não o sabes? Eis que no dia em que jejuais achais o vosso próprio contentamento, e requereis todo o vosso trabalho.

Eis que para contendas e debates jejuais, e para ferirdes com punho iníquo; não jejueis como hoje, para fazer ouvir a vossa voz no alto.

Seria este o jejum que eu escolheria, que o homem um dia aflija a sua alma, que incline a sua cabeça como o junco, e estenda debaixo de si saco e cinza? Chamarias tu a isto jejum e dia aprazível ao SENHOR?

Porventura não é este o jejum que escolhi, que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo e que deixes livres os oprimidos, e despedaces todo o jugo?

Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres abandonados; e, quando vires o nu, o cubras, e não te escondas da tua carne?

Então romperá a tua luz como a alva, e a tua cura apressadamente brotará, e a tua justiça irá adiante de ti, e a glória do SENHOR será a tua retaguarda.

Isaías 58:3-8

O jejum serve também como eu escrevi anteriormente para nos humilharmos perante a Deus, quando reconhecemos que somente pela a Sua Mão, poderemos sair de uma situação adversa, o ato de jejuar nos faz esvaziarmos de nós mesmos, como de nossos conceitos, capacidades, pensamentos, nos faz nos esvaziarmos de nossos desejos, vontades, tudo isso em prol da atuação do Espírito Santo em nossa vidas:

Mas, quanto a mim, quando estavam enfermos, as minhas vestes eram o saco; humilhava a minha alma com o jejum, e a minha oração voltava para o meu seio.

Salmos 35:13

E buscou Davi a Deus pela criança; e jejuou Davi, e entrou, e passou a noite prostrado sobre a terra.

2 Samuel 12:16

E, no dia vinte e quatro deste mês, ajuntaram-se os filhos de Israel com jejum e com sacos, e traziam terra sobre si.

E a descendência de Israel se apartou de todos os estrangeiros, e puseram-se em pé, e fizeram confissão pelos seus pecados e pelas iniqüidades de seus pais.

E, levantando-se no seu lugar, leram no livro da lei do SENHOR seu Deus uma quarta parte do dia; e na outra quarta parte fizeram confissão, e adoraram ao SENHOR seu Deus.

Neemias 9:1-3

Outra finalidade do jejum é que ele é uma arma a fim de enfrentarmos nossas batalhas espirituais, as vezes orações e correntes são insuficientes, e quando a situação é adversa..só o jejum resolve, o jejum nos prepara para sermos fortes nas batalhas espirituais:

Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo.

E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome;

E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães.

Mateus 4:1-3

Mas esta casta de demônios não se expulsa senão pela oração e pelo jejum.

Mateus 17:21

Acima escrevi a definição e os propósitos do jejum amanhã vou escrever as características do jejum bem como os propósitos.

Deus abençoe

Obr. Carlos Alberto

E-mail para orientações: Carlos@cristao da universal.com

Blog Cristão da Universal

Os 6 arrependimentos no leito de morte

Os 6 arrependimentos no leito de morte

Uma notícia recente dava conta de uma enfermeira australiana, que trabalhava com doentes terminais.
Estes, no seu leito de morte, davam-se conta dos 5 arrependimentos mais comuns quando estavam prestes a deixar esta vida…


Todavia, de todos estes, o mais importante e derradeiro arrependimento é apenas verificado mesmo após a morte, depois de efetuarmos a “passagem” para o outro mundo e que poderia ser o 6º arrependimento, se quem fica deste lado o pudesse escutar:

6º “Queria ter aprofundado a minha relação com Deus e ter trabalhado em favor da minha Salvação”

Infelizmente, este é um arrependimento que nenhum enfermeiro poderia escutar no leito de morte, pois a sua constatação só é possível ser feita depois da “travessia final”, após a qual já ninguém tem a possibilidade de regressar para contar o que viu. Acredito que seja este o maior dos arrependimentos do pós-vida, tanto de quem nunca se interessou por manter uma relação com Deus; de quem sempre disse não acreditar na vida depois da morte; dos que sempre se auto-denominaram de ateus; dos cristãos indecisos e dos que um dia serviram ou estiveram na presença d’Ele, mas, eventualmente, escolheram viver de acordo com a sua própria vontade. A única coisa que podemos levar connosco deste mundo, depois da morte, é a Salvação. Mas a mesma deve ser alcançada, desenvolvida e guardada enquanto estava vivo. Isto é o Deus requer para que sejamos não só equilibrados, como também filhos Seus.

Reflita sobre este aspeto, pois esta vida que nos foi concedida viver é a única oportunidade que temos de acertar. E nem todos têm a hipótese de fazer uma avaliação do seu percurso no leito de morte, pois, em muitos casos, o fim da vida vem de forma inesperada e repentina. Viva de forma a não ter quaisquer dos arrependimentos acima descritos, mas, especialmente, o 6º, já que este vai ditar o rumo que a sua alma vai seguir na eternidade, a segunda existência, para a qual não há escapatória possível.

“Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela), porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela.” (Mateus 7.13)


Espero ter colaborado em algo, Bispo Júlio F.

Quem pergunta o que quer, ouve o que não quer






“Sempre tive um questionamento sobre quantas injustiças sofremos, e essas, muitas vezes, sem motivo. Simplesmente aparecem de forma inusitada e não nos dão qualquer oportunidade de mostrar que não temos qualquer ligação com elas ou com as pessoas pelas quais nos chegam. São acusações, fofocas, um mal olhar; dá vontade de jogar tudo para o alto e cair fora, largar tudo o que conquistei e sumir para um lugar onde ninguém me conheça e começar uma vida nova. Mas não dá para olhar para trás, parar e muito menos jogar tudo para o alto. Pedir conselhos aos líderes da igreja, muitas vezes não cabe mais, pois sempre é a mesma coisa: 'Deus irá honrá-la, persevere , tenha fé', etc.

Mas, sempre vem um questionamento. Se já é casado e feliz, é fácil pedir a uma solteira de 30 anos para esperar em Deus a pessoa certa para casar. Se já se tem tudo o que quer, apesar das lutas, quando são dois, é muito mais fácil enfrentá-las. É isso que não entendo. Parece que todas as esposas e pastores repetem o mesmo refrão: 'Tenha paciência e seja fiel, Deus irá honrá-la.' Mas quando isso não acontece, não vejo nenhuma luz no final do túnel. O que fazer? Como já havia escrito acima, é fácil pedir para esperar se você já tem o que o próximo espera. (Minha opinião)
P.S: Continuo confiando em Deus, mesmo sem respostas.”

Amiga,

Você quer ouvir o que, então? Que você deve largar a sua fé? Sinceramente, eu não sei de nenhuma outra alternativa para uma mulher de Deus solteira aos 30 anos a não ser que ela faça a sua parte em confiar e usar a sua fé. Agora, se você tem outra alternativa, fique à vontade em nos revelar. Pelo que você escreve acima, embora termine com um ‘continuo confiando em Deus’, você me parece uma pessoa muito frustrada, que vive pensando em desistir da fé. Se a sua vida sentimental é mais importante que a sua fé, então, realmente, vai continuar nessa frustração.

Para quem coloca Deus em primeiro lugar, aconteça o que acontecer, demore o tempo que demorar, ela nunca, jamais pensa em desistir dEle por causa de bênção ainda não conquistada.
Ou você pensa que nós, pastores e esposas, não temos bênçãos ainda não conquistadas? Você já ouviu falar do meu irmão? Do meu próprio filho? E aí? Vou desistir da minha fé, da Obra de Deus, por causa de ‘picuinhas’ que ainda não aconteceram na minha vida? Não, não e não!!!! Qualquer bênção é picuinha quando comparada à minha salvação.

Na fé,
Cristiane Cardoso.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Cupcakes de Chocolate com Ganache de Frutas Vermelhas


Os cupcakes já conquistaram o espaço dos bolos tradicionais nas mais diferentes festas! E vão também conquistar a sua casa, com essa receita!

Ingredientes:
Para a massa:
  • 5 colheres de sopa de Cacau em pó, 1/2 xícara de chá de Farinha de Trigo peneirado, 1 xícara de chá de Açúcar, 1/2 colher de chá de Bicarbonato de Sódio, 1 pitada de Sal, 3/4 xícara de chá de margarina, 2 Ovos ligeiramente batidos, 1/4 xícara de chá de Leite.

Para o recheio de cobertura:
  • 1 Quilo de Chocolate branco picado, 1/2 xícara de chá de Creme de leite, 1/2 xícara de chá de Geleia de frutas vermelhas, 3 colheres de sopa de Vinho do Porto

Para a massa:
  • 01 - Misture o cacau em pó com ½ xícara (chá) de água fervente, mexa bem e reserve.
  • 02 - Na vasilha da batedeira, coloque a farinha, junte o açúcar, o bicarbonato e o sal. Acrescente a margarina e bata até obter uma farofa granulosa. Reserve.
  • 03 - Em uma vasilha pequena, misture os ovos, o leite, o cacau e bata bem. Adicione 1/3 dessa mistura à massa da batedeira e bata em velocidade baixa por 1 minuto. Aumente a velocidade e bata por mais 1 minuto. Raspe o fundo e as laterais da tigela. Repita esse processo por mais 2 vezes até acabar a mistura de cacau.
  • 04 - Preaqueça o forno em temperatura média (180 °C).
  • 05 - Unte com margarina 15 forminhas de papel (tamanho 00) e acomode-as dentro de forminhas de alumínio (5,5 cm de fundo x 6,5 cm de boca x 3,5 cm de altura). Asse por 25 minutos ou até que, ao espetar um palito, ele saia limpo. Espere amornar.

Para o recheio de cobertura:
  • 01 - Em uma vasilha refratária, coloque o chocolate e o creme de leite e derreta no micro-ondas, em potência média (50%), por 4 minutos, mexendo na metade do tempo. Ao final do tempo, mexa bem para que o recheio fique uniforme.
  • 02 - Acrescente a geleia, o vinho do Porto e misture bem até obter um creme homogêneo. Coloque 1 ½ xícara (chá) desse creme em um saco de confeitar com o bico perlê médio e reserve. Coloque o creme restante em uma vasilha tampada e leve à geladeira por 3 horas ou até que esteja com a consistência bem firme.
  • 03 -Com o bico perlê do saco de confeitar reservado, fure o centro de cada cupcake e preencha-os com o recheio.
  • 04 -Quando a cobertura estiver bem firme, transfira-a para a vasilha da batedeira e bata por 2 minutos. Passe para um saco de confeitar com bico pitanga e decore os cupcakes.


Pronto!

Toque Especial - Se preferir, substitua a geleia de frutas vermelhas pela mesma quantidade de suco concentrado de maracujá e não coloque o vinho do Porto.


A MULHER, SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS - Estudo VII

Noemi, um exemplo de sogra

A mulher leva o homem até a presença de Deus, à Sua plenitude, mas também pode servir de instrumento do diabo para levá-lo ao mais profundo do inferno. O próprio rei Salomão disse isso. Suas palavras eram de um homem de Deus, pois tinha o Espírito de Deus; depois, entretanto, se desviou por um caminho totalmente adverso.

Enquanto era de Deus, Salomão escreveu: “Achei cousa mais amarga do que a morte, a mulher cujo coração são redes e laços, e cujas mãos são grilhões; quem for bom diante de Deus fugirá dela, mas o pecador virá a ser seu prisioneiro” (Eclesiastes 7.26).

O que é pior do que a morte? Aos meus olhos, só a segunda morte, a morte eterna. Salomão conhecia muito bem o assunto, pois tinha 700 mulheres e 300 concubinas. Mesmo diante de toda a sua sabedoria, todo o seu reinado e de toda a sua glória, acabou caindo em desgraça por causa delas. Em outra ocasião ele disse: “...Entre mil homens achei um como esperava, mas entre tantas mulheres não achei nem sequer uma” (Eclesiastes 7.28).

Precisamos, entretanto, fazer aqui uma ressalva: a mulher de Deus não é nada disso; seu coração não é rede nem laço. Ela expressa a imagem de Deus e leva o homem a conquistas extraordinárias, porque ela é forte, ainda que nem apareça. Sua força anônima faz o homem ser um conquistador.

O mesmo Salomão disse: “A mulher sábia edifica a sua casa...” (Provérbios 14.1) e “Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede o de finas jóias” (Provérbios 31.10). Quando a mulher é de Deus, é virtuosa e abençoa o homem.

Dentre as mulheres de Deus, as quais encontramos na Sua Palavra, há uma para quem temos de tirar o chapéu: Noemi. Ela e seu esposo, Elimeleque, viviam em Belém de Judá. Veio a fome e eles se mudaram, com seus dois filhos, para o país dos moabitas, os quais eram idólatras e até ofereciam aos seus deuses sacrifícios humanos.

Naquela terra, seus filhos se casaram. Mais tarde morreram Elimeleque e seus filhos, ficando Noemi sozinha com suas duas noras. Uma se chamava Orfa e a outra Rute. Noemi as chamou e aconselhou a que voltassem para a casa de seus pais, pois ela mesma voltaria para sua terra, pois não tinha nada mais a lhes oferecer. Orfa chorou muito, mas acabou concordando. Rute, todavia, disse: “...Não me instes para que te deixe, e me obrigue a não seguir-te; porque aonde quer que fores, irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. Onde quer que morreres, morrerei eu, e aí serei sepultada; faça-me o Senhor o que bem lhe aprouver, se outra cousa que não seja a morte me separar de ti” (Rute 1.16-17). Ora, o que esta sogra tinha de tão especial, que esta sogra tinha de tão especial, que sua nora estava determinada a segui-la e até morrer com ela? Justamente o caráter de Noemi. Naturalmente ela passou para as noras a fé, o fervor a Deus e o exemplo de mulher virtuosa. Isso fez com que as noras desejassem seguir Noemi. Ela, indiscutivelmente, conquistou o coração de suas noras.

Davi e seu coração grato

Mesmo vivendo tantas lutas, ele somente agradeceu a Deus


A minissérie “Rei Davi”, exibida às terças e quintas-feiras, às 23 horas, na Rede Record, mostra muitas atitudes que devem ser observadas e refletidas para o que fazemos nos dias de hoje.

É claro que a vida de Davi está no cerne desta história e suas atitudes são ainda mais notadas. Como por exemplo, o que aconteceu com ele após derrotar Golias.

Davi recebeu honrarias do rei Saul e uma delas foi ter uma tenda somente dele, onde encontrou um conforto que nunca teve em sua vida. Ao olhar para tudo aquilo, ele não ficou vislumbrado, não deu espaço para que seu ego inflasse e se sentisse merecedor. Ele simplesmente ajoelhou e agradeceu a Deus.

Este momento de oração simples, mas sincera diante de Deus, mostrou que Davi tinha um coração grato e, além disso, não imputava sobre ele nenhum poder que fizesse vencer Golias, ele orou e disse: “Eu não teria feito nada se não fosse por sua intervenção.”

Intervenção divina ou humana?

Há muitos que oram sem cessar por um objetivo – seja ele familiar, profissional ou financeiro –, e uma das duas situações acontece: ou a pessoa cansa de pedir e esperar o tempo de Deus e faz por suas forças ou, ao receber o que tanto almejou, esquece de agradecer a Ele e se julga autossuficiente, como se Deus não tivesse nada a ver com aquilo.

E este foi o diferencial de Davi. Ele não teve nenhuma destas ações mais corriqueiras da vida de alguns “cristãos”. Davi se ajoelhou e agradeceu a Deus. Ele foi humilde, pois sabia que nada daquilo poderia acontecer se não fosse da vontade Dele.

Entre outras coisas, a minissérie nos ensina que temos que ter o coração grato a Deus, mesmo sabendo das lutas que virão e da inveja das pessoas ao redor.

“Que darei ao Senhor por todos os seus benefícios para comigo?” Que este coração grato descrito em Salmos 116:12 seja o coração sincero de cada cristão.

Não perca os próximos capítulos da minissérie “Rei Davi” para aprender ainda mais com os personagens desta grande história.

Com um simples instrumento rudimentar e muita perícia, um franzino pastor servo de Deus derrubou um gigante e começou uma importante era da história d

A mira certeira de Davi

Por Marcelo Cypriano / Ilustrações e fotos: Record, Thinkstock e NASA

marcelo.cypriano@arcauniversal.com

Na série “Rei Davi” (foto acima), da Rede Record, foi mostrada uma das mais famosas lutas da história mundial: a do pequeno pastor de ovelhas Davi com o gigante guerreiro filisteu Golias. O grande e temido soldado, munido de forte armadura, espada, elmo e escudo, foi derrubado por uma pedrada certeira na testa, que o garoto hebreu lançou habilmente com uma das armas mais simples e primitivas criadas pelo homem, a funda.

Como pode uma simples pedra ter derrubado um gigante, justamente em seu único ponto vulnerável? A funda é uma atiradeira rudimentar usada por muitos povos antigos (já foram encontrados exemplares dela em estudos arqueológicos sobre os gregos, romanos e até mesmo os primitivos australianos). Imprime uma força tão grande a uma pedra relativamente pequena, que ela tem o poder de destruição bem parecido com o de algumas armas de fogo da atualidade.

Alguns exércitos da antiguidade tinham até mesmo uma divisão de atiradores de funda, chamados fundibulários, ou fundeiros. O papel deles era fundamental, pois um projétil lançado pelo equipamento pode chegar a uma velocidade de até 100 quilômetros e alcançar cerca de 200 metros de distância (há relatos antigos de atiradores que conseguiam alcançar quase o dobro disso com suas pedras). No famoso Livro Guinness dos Recordes consta que a maior distância alcançada (e registrada) por um objeto lançado por essa arma é de 477,1 metros, com uma funda de 127 centímetros. Conforme o registro, o autor da façanha é David Engvall, da Califórnia, Estados Unidos, em 1992, que usou um projétil de 62 gramas.

As pedras usadas para fundas eram, geralmente, redondas, escolhidas com cuidado entre seixos rolados de rios (como Davi o fez, no riacho de Elá). Após muito treinamento, a pontaria certeira permitia que os fundibulários usassem a arma tanto na guerra quanto para caçar. As pedras de funda eram mais certeiras e tinham mais alcance que flechas, e causavam um estrago maior ao alvo (algumas penetravam as blindagens de armaduras e, mesmo que não as perfurassem, derrubavam os guerreiros dentro delas pelo enorme impacto, às vezes fraturando costelas ou danificando irreversivelmente alguns órgãos). Também perfuravam partes do corpo sem proteção, conforme a distância.

Era muito comum, como é até hoje em regiões menos desenvolvidas, que pastores usassem a rudimentar arma para defender seus rebanhos de predadores ou ladrões. Ainda hoje, aborígines australianos usam fundas, assim como pastores tibetanos.

Como funciona

Basicamente, uma funda consiste em uma correia ou corda (de couro ou, nos dias de hoje, até mesmo de material sintético) que tem (não obrigatoriamente) no centro uma “baladeira” (pedaço de couro ou outro material resistente em que se deposita a pedra). Em uma ponta da corda ou correia, um laço ou anel que se prende ao dedo médio. A outra ponta é segura pela mesma mão. Rodando a funda usando o peso em sua extremidade (na baladeira), a pedra recebe uma força tal que, quando é solta a ponta sem laço, percorre um grande espaço em grande velocidade, com enorme força de impacto.

Davi era um fundibulário profissional. Sabia a posição certa em que a pedra deveria estar no círculo para que a ponta da funda fosse solta na hora certa, arremessando o projétil exatamente no ponto em que mirava. Treinou desde criança com o instrumento, como era comum entre os meninos e pastores.

Guerreiro inesperado

Por ser franzino, Davi não participava com os maiores e mais velhos das batalhas de seu povo. Seu pai, Jessé, ordenou que fosse ao local de uma batalha que estava ocorrendo (o vale do Elá), para levar comida para seus irmãos maiores. Quando o garoto chegou ao Elá, Golias desafiava os hebreus. Davi, confiante em sua pontaria, aceitou o desafio. Não quis usar armadura, pois todas eram grandes demais para ele, e lhe tiravam a mobilidade. O rei Saul, curioso pela argúcia do menino, permitiu que ele tentasse. O pequeno pastor, ágil, pôde usar uma arma que o permitia, prudentemente, ficar a uma distância muito segura do gigante (de corajoso ele tinha muito, mas de bobo não tinha nada). Se Davi errasse, dificilmente o grande e pesado filisteu alcançaria, numa perseguição a pé, o rápido e leve hebreu.

Das cinco pedras que escolheu cuidadosamente no riacho próximo (arredondadas, pouco menores que uma bola de bilhar, como era de costume na época), o garoto acertou a primeira. O brutamontes caiu, atingido na fronte. O menino se apressou, apanhou a grande espada do adversário e decapitou-o. Humilhados pela perda de seu campeão, os filisteus não tiveram alternativa e engoliram a derrota.

Extremamente simples, mas eficaz

Uma funda é um instrumento por demais simples e primitivo, mas requer uma perícia que depende de muita preparação e inteligência. Se a pedra for solta no momento errado, na posição errada do círculo que ela faz ao ser rodada, pode ir para outro lado que não o desejado. De nada adiantam as melhores armas nas mãos de quem não as manuseie com perícia. Para isso, o fundibulário aprende, instintivamente, a calcular a velocidade certa, conforme a distância, a intensidade e a direção do vento e até mesmo o tamanho certo da pedra, para que ela corte o ar com eficiência e atinja o ponto desejado.

O estudo da propulsão da pedrinha pela funda permitiu, milênios depois, que o mesmo tipo de impulso fosse usado em naves espaciais. Quase o mesmo princípio foi usado na época da missão Apollo, da NASA, em que várias vezes homens estiveram na Lua. Na volta, os módulos lunares subiam do satélite, percorriam uma volta em torno dele e aproveitavam o impulso gravitacional para se lançar de volta ao espaço, com a ajuda dos propulsores, em direção à Terra. É como se o centro da Lua fosse uma mão que segurasse a funda, girando-a com a nave na baladeira, jogando-a. Esse impulso permitia que não fossem necessários os propulsores após o “empurrão” para fora da órbita lunar, a não ser para corrigir a rota em alguns momentos, e os astronautas estavam de volta ao seu planeta.

Tanto no caso dos corajosos viajantes do espaço exterior quanto no episódio do pequeno pastor que venceu um gigante, de nada valeria o instrumento, simples ou com tecnologia de ponta, sem a perícia e a confiança de seus operadores. No caso de Davi, além de confiar na mira treinada por anos, tinha certeza, pela fé que tinha em Deus, que Ele o guiaria para salvar seu povo dos filisteus.

Moda da desvalorização da mulher – Introdução

Não adianta tantos amigos no Facebook e tantos comentários em suas fotos, a verdade é que ela continua sozinha, pensativa e triste na maioria do tempo. É claro que ninguém vê isso, na frente de todos ela é uma jovem bacana, cheia de vida, cheia de boas conversas, tem até uma maturidade exemplar para sua idade… Todos a admiram, só que ela mesma não consegue sequer se olhar no espelho direito. Parece que ninguém está aí para ela, parece que não há amigos de verdade, parece que nem mesmo o amor quer existir em sua vida. Chega aquela hora do dia e as memórias das decisões erradas que ela tomou no passado a atormentam. A noite demora a passar e quando a manhã chega, ela preferiria não acordar nunca mais.

Ah se essa jovem soubesse o seu valor… Só quem não reconhece o seu valor próprio vive assim tão amargurado. Eu vejo jovens assim quase todos os dias nas ruas, nas esquinas, no ponto de ônibus, numa roda de amigas, namorando, lendo… Enfim, desvalorizar-se hoje em dia é moda.

É como se o número de amigos que temos determinasse o nosso valor, e a máscara que usamos fosse mais importante do que a nossa verdadeira face.

Vamos dedicar essa semana para escrever sobre o nosso valor feminino. Se você conhece uma amiga que tem passado por essa maldita moda da desvalorização da mulher, convide-a para ler os blogs desta semana, e quem sabe vocês possam até se reunir num chá de amigas no próximo fim de semana só para falar sobre o assunto e ajudar uma a outra? É só uma ideia :)


D. Cristiane Cardoso