terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Andai no Espírito
Andai no Espírito
Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne. Gálatas 5.16
Qual é a vontade de Deus?
A vontade do Altíssimo diz respeito à conduta diária dos filhos e servos de acordo com o Seu caráter.
Trata-se de relacionamento entre o filho e seu Pai, do servo e seu Senhor.
O que Deus queria para o ser humano que não queria Seu Filho Jesus?
Como Deus vê o ser humano que não via Seu Filho e Servo Jesus?
O que Deus faria ao próximo que não fez Seu filho e Servo Jesus?
São perguntas que, pela fé, identificam um profundo estreitamento do Deus-Filho com o Deus-Pai e Senhor. Como o Perfeito referencial de Filho pensava, falava, ouvia, via, sentia e agia em relação às demais pessoas? Por conta do Seu caráter Divino, Ele exalava compreensão; Seu olhar expressava compaixão; Seu coração sentia dor pelos perdidos; Seus ouvidos atentavam ao clamor dos aflitos e desesperados. Dos Seus lábios sempre saíam palavras de justiça, misericórdia e fé. De fato, a vontade Divina requer muito além do querer; muito mais do que um desejo sincero ou expressão de gratidão. A vontade de Deus externa o amor do filho pelo Pai. O amor do Filho pelo Pai era tanto que se esquecia de Si mesmo para fazer a Sua vontade e, assim, agradá-Lo. Quem se considera filho ou servo, obviamente, não está interessado em agradar-se a si mesmo, mas fazer a vontade de seu Pai e Senhor.
Porém, sua realização depende de caráter. O caráter do Espírito Santo.
Não acredito que Deus espere que Sua vontade seja feita por estranhos, infiéis, ímpios ou hipócritas. Mas tenho certeza que Ele exige isso de Seus autênticos filhos e servos.
Bispo Macedo
Festas de final de ano unem familiares e amigos, mas o contato deve ser contínuo
- A união traz benefícios para qualquer ser humano, diz psicólogo
Por Tany Souza
tany.souza@arcauniversal.com

Segundo o psicólogo Fernando Elias José, nesta época do ano, o apelo da família unida, do perdão, é uma tentativa de restabelecer algumas coisas. “O problema é que isso não perdura e o foco na família acaba se perdendo de novo.”
Mas este contato pode continuar, se as pessoas estiverem muito abertas para a família. “Devemos ter a noção de que temos mais afinidade com uma do que com outra pessoa. Na medida que sabe o que sente por cada um, deve haver um esforço maior para conviver com todos”, explica.
Esta unidade familiar traz benefícios para qualquer ser humano. “Não há como ter base, aprendizagem, estrutura, se não se tem família. A formação do caráter depende da convivência familiar. Mas é claro que a pessoa que não tem família, deve promover os amigos para ter este contato periódico”, esclarece o psicólogo.
Se o contato e a convivência com as pessoas que gostamos acontece somente nesta época do ano, isso pode ser considerado hipocrisia. “Isso acontece em várias épocas. No dia de finados, por exemplo, geralmente as pessoas vão ao cemitério para limpar, colocar flores, e o resto do ano falam mal daquele que morreu”, diz.
De acordo com o especialista, durante o ano se constrói e se mantém esta aproximação. “E para que este contato aconteça sempre, é preciso ter uma leveza na relação. O que não pode acontecer é a expectativa da perfeição, que deve ser diminuída para respeitar o outro do jeito que é.”
Mas, infelizmente, o afastamento entre as pessoas geralmente acontece. “Isso porque existe a cobrança de estar mais próximo, mas em contrapartida, não se faz nada para que isso aconteça. A exigência é alta e é por isso que as relações acabam”, finaliza José.
Fonte: http://www.arcauniversal.com
Contos cristãos: "O jovem solitário"
Se você precisa ouvir a Voz de Deus, Ele precisa que esteja em silêncio para poder falar
Por Jaqueline Corrêa
Jaqueline.correa@arcauniversal.com
Havia um jovem em uma aldeia conhecido por viver sozinho. Ele nunca era visto com alguém, e não se importava com os comentários alheios.
No entanto, sempre havia alguém que dizia:
– Lá vem o jovem solitário!
Mas ele não ligava, porque acreditava que os seus ouvidos estariam mais bem aguçados para ouvir somente o que realmente importava se estivesse sozinho. Por isso, enganava-se quem acreditava que o jovem era infeliz ou mesmo triste por não ter uma companhia.
Ele era muito habilidoso em tudo o que fazia, estava sempre comprometido com os afazeres da aldeia e procurava se concentrar nas pequenas coisas para não cometer erros. E justamente por isso os outros jovens implicavam com ele.
Até que um dia, um boato de que a grande represa próxima a aldeia estava se rompendo, trazendo risco para o lugar, chegou aos ouvidos dos moradores. Entretanto, ninguém acreditou, já que tudo não passava de um alarde.
Vários dias depois, uma grande festa reuniu todos os habitantes da aldeia. Era uma noite especial, afinal, todo último dia de cada mês os moradores se juntavam para celebrar as colheitas, os nascimentos das crianças e dos animais e agradecer pelas conquistas alcançadas no período.
Todos estavam em volta da imensa fogueira. As crianças gritavam e pulavam, os meninos corriam atrás dos animaizinhos e as meninas cantavam em pequenos corais. Os rapazes e moças, porém, preferiam as conversas isoladas, e os grupinhos de amigos formados flertavam entre si.
Já as senhoras gostavam mesmo é de se reunir em volta da fogueira para comentar o que uma família conquistou e outra deixou de conquistar. Nada do que falavam parecia ser algo demais para elas, e sempre havia quem lançasse um veneno deveras perigoso em suas conversas:
– Vi um vizinho saindo bem cedo nesta manhã, não sei para onde foi, nem quero saber, mas achei estranho a esposa dele não saber do seu paradeiro. Estranho, não?
E assim, esse tipo de interesse sobre a vida alheia estimulava mais e mais conversas fiadas.
Tudo, então, parecia ser normal, mas o jovem solitário parecia estranhar alguma coisa. Naquela noite, estava mais sereno do que nas demais e observava tudo de longe, já que não se interessava nem um pouco por tudo o que acontecia por ali. O jovem parecia de fato não fazer parte daquele ambiente.
De repente, Crec!
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O jovem conseguiu ouvir o que todos, dias atrás, não queriam. A represa se rompeu, e dentro de minutos a água poderia chegar e inundar o lugar.
Ele gritou desesperadamente, mas ninguém o ouvia. As senhoras o olhavam, mas não o levavam a sério. Já os rapazes e moças riam dele, principalmente porque os gestos de desespero que ele fazia soavam engraçados.
No entanto, em uma fração de segundos, a água alagou toda a aldeia, o que fez a maioria se perder por entre as águas da represa.
Somente o jovem saiu ileso, porque assim que ouviu a ruptura saiu correndo e se salvou.
Às vezes, o silêncio é necessário para poder saber qual é a vontade Deus. E, para isso, talvez seja necessário estar sozinho. Nem sempre você será compreendido, mas é um sacrifício válido, mesmo por alguns momentos.
Se você está com dificuldades para ouvir a Voz de Deus, reflita sobre o seu comportamento. Talvez você esteja ouvindo muitas vozes bem menos importantes, e deixando de escutar o que realmente vale a pena. Deus só precisa de uma única palavra para salvar uma vida.
Se você precisa ouvi-LO, Ele precisa que esteja em silêncio para poder falar.
Fonte: http://www.arcauniversal.com
Dica: 5 peças que nunca saem de moda
Veja o que não pode faltar no seu guarda-roupa
Por Débora Ferreira
debora.ferreira@hotmail.com

A moda sugere a cada estação o que as pessoas devem ou não usar: cores, detalhes, como babados e flores, tecidos e muito mais. Porém, há peças que são chamadas de “curingas”, por nunca saírem das prateiras e vitrines. Mas, quais são elas? Segundo a produtora de moda Daniela Avesani, tendo ao menos cinco peças-chave no guarda-roupa, a mulher corre menos risco de errar na combinação:
Vestido preto – Fácil de ser usado em diversas ocasiões, esse tipo de vestido pode deixar a pessoa mais elegante e atraente. “O estilo longo deve ser usado desde situações formais até as mais chiques. Já o na altura do joelho é ideal para datas e momentos que exigem menos dos convidados, como um jantar. O que pode mudar a beleza do vestido preto é o uso de brincos, colores e até cintos. De qualquer forma, neste caso, o que vale é se sentir bem”, comenta Daniela.
Scarpin – É um modelo clássico de sapato alto que tem a estrutura fechada, de diferentes cores, desde as mais clássicas – como o preto e cinza chumbo – até as modernas – como os coloridos. De acordo com a produtora de moda, ele passa a sensação de elegância. E apesar de serem utilizados em festas, os scarpins podem ser combinados facilmente com uma calça jeans clara ou escura.
Calça jeans – Há vários tipos de modelagens, como as tradicionais, com o corte reto, mais agarradas, entre outras. Independentemente disso, ela se tornou uma referência em moda. “Não há quem não goste dessa peça ou que não tenha pelo menos uma no armário”, comenta a especialista.
T-shirt branca – Tradicionalmente conhecida como camiseta, elas são itens essenciais em um vestuário. Por conta da modernidade, o mercado disponibiliza diversas modelagens e estilos, mas, nunca saindo de moda. “Há as com gola normal, role e por aí vai. Depende muito de como cada um se sente bem.”
Acessórios - Colar, brinco e anel são acessórios que apenas mudam de estilo e variam de tamanho, mas que dão um toque especial ao look. “Geralmente, mesmo não tendo opções novas, as pessoas acabam mudando de gosto. Há pessoas que preferem dourado, em outras fases, o prata, e por aí vai”, finaliza Daniela.
Fonte: http://www.arcauniversal.com