D. Ester
quinta-feira, 8 de março de 2012
Quem é quem
D. Ester
O bispo responde – Posso me separar?
Pergunta:
Bispo, tenho enfrentado muitas lutas no meu casamento. Meu marido bebe muito, chega em casa bebado e me bate. Estou muito triste com toda essa situação e as vezes penso em me separar. Ele me bate muito e me trai com outra pessoa. É pecado eu me separar dele? Não aguento mais esta situação todos os dias.
Joana M.
Resposta:
Joana,
Deus não é a favor do divórcio mas como o casamento tem sido desvalorizado por muitos nos dias de hoje, Ele nos ensina que caso haja adultério, a esposa ou o esposo pode optar pelo divórcio. Eu não posso lhe recomendar a divorciar, pois isso é uma decisão pessoal sua, que depende da sua fé. Mas eu acho que a sua vida está em risco enquanto você fica com esse homem violento e infiel. Além da violência, ainda tem as doenças que podem ser transmitidas a você. Use a sua fé inteligente!
Publicado por: Bispo Edir Macedo
Cabeça acima do coração
Uma das lições de vida mais importantes que já aprendi. _ Bp Renato Cardoso
e a minha também... veja só.
Sisterhood estimula a criatividade
Integrantes do grupo aprendem a usar a fé e adquirem conhecimentos para vencer os obstáculos que surgem
Por Graziela Masotti
graziela.masotti@arcauniversal.com

Desde dezembro de 2009, a Igreja Univesal do Reino de Deus mantém um grupo chamado Sisterhood, idealizado pela escritora Cristiane Cardozo, composto por mulheres entre 14 e 30 anos, que visa aprimorar as qualidades femininas criadas por Deus em cada uma delas.
No grupo, as jovens recebem ensinamentos divinos, por meio da Bíblia e de livros específicos, e também aprendem a usar a criatividade para cumprir as tarefas determinadas pelas Big Sisters, que são esposas de bispos ou pastores encarregadas de orientar cada integrante.
Entretanto, as organizadoras do Sisterhood precisam adequar as atividades a serem cumpridas à realidade das meninas, pois muitas delas convivem, desde criança, com a pobreza, passando por necessidades e privações dentro de casa.
Recentemente, um exemplo de adaptação aconteceu na África do Sul, quando a Big Sister Márcia Pires determinou uma tarefa de organização do guarda-roupa. Apesar da simplicidade do pedido, Márcia foi surpreendida com a resposta de uma integrante, que disse não poder cumpri-la por não ter o móvel dentro de casa.
Sem deixar de estimular a fé e a organização do ambiente, como solução, a orientadora ensinou as garotas a criarem um armário, usando caixas de papelão e um cabo de vassoura (foto principal acima).
Além do armazenador de roupas, as jovens também construíram uma mesa, tendo como suporte latões e pedaços de madeira (foto acima). E apesar da simplicidade dos materiais, o bom gosto para a decoração deu um toque especial de praticidade, requinte e sofisticação aos objetos.
Já na Namíbia, as participantes produziram as próprias roupas para o evento de premiação que acontece a cada final de curso, chamado de "Pledge Night". Elas tiveram aulas de corte e costura, e colocaram em prática o aprendizado, confeccionando saias, blusas e lenços usados no evento (foto ao lado), valorizando assim, cada momento vivido durante a festa.
Para a esposa do bispo Celso Junior, Fernanda Bezerra, responsável pelo grupo na Namíbia, não é fácil deparar-se com o dia a dia sofrido de muitas garotas, mas são em situações como as apresentadas acima, que ela procura solucionar os problemas, usando a fé inteligente. "O sentimento de mãe, neste momento é dolorido, o coração fica apertado, mas se tem algo primordial que precisamos passar as nossas meninas é a fé e não a emoção, pois é um prazer trabalhar com jovens que desejam aprender como estar mais próximas de Jesus", finaliza.
Veja galeria de fotos, clicando aqui.
Entenda o que é o Sisterhood
O grupo tem o objetivo de resgatar a essência feminina colocada por Deus em cada mulher
Da redação

Desde dezembro de 2009, as jovens da Igreja Universal do Reino de Deus, de idade entre 14 e 30 anos, podem se inserir em um grupo chamado Sisterhood. A equipe tem a finalidade de resgatar a essência feminina colocada por Deus em cada mulher.
Apesar do pouco tempo de existência, o grupo já está presente em diversos países, mudando a vida de milhares de jovens. De acordo com a idealizadora do projeto, Cristiane Cardoso, filha do bispo Edir Macedo, a ideia surgiu quando ela estava em trabalho missionário no Texas, buscando inspiração para ajudar o maior número possível de jovens. “Eu percebi que as adolescentes engravidavam muito cedo. Por isso, comecei a fazer reunião com elas, época em que surgiu o Sisterhood. Em princípio, o grupo era para atender somente a necessidade local dos Estados Unidos, mas em 1 mês tivemos tantos testemunhos que chamou a atenção do meu pai. Ele decidiu expandir esse trabalho para os outros países, indicando esposas que teriam o perfil para participar deste projeto, que tem como meta fazer das jovens, mulheres de Deus, e também ganhar almas por meio delas”, explica Cristiane.

Para a participante, Erika Gomez (foto ao lado), de 22 anos, a experiência de fazer parte do grupo tem feito com que ela se torne uma pessoa diferente. “Eu não costumava me cuidar fisicamente ou cuidar da minha casa. Agora, isso é um hábito. Eu aprendi que a forma com que eu realizo todos os meus deveres pessoais e as tarefas do lar são um modo de glorificar a Deus. E que devo aplicar isso em todas as áreas da minha vida. Para mim, o Sisterhood é uma oportunidade de aprender e crescer mais espiritualmente e fisicamente”, declara.
Porém, para participar deste seleto grupo, as membros e futuras Pledges – como são chamadas as iniciantes – têm de executar várias tarefas que envolvem atividades beneficentes, como, por exemplo, visitas a asilos, hospitais e presídios; afazeres no próprio lar, como preparo de refeições para família e organização de ambientes; leitura de livros cristãos e mensagens do blog da equipe; até o cuidado com a aparência, promovendo cortes de cabelos e maquiagens. Além disso, elas devem seguir a risca algumas regras estabelecidas pelo "Código Sisterhood", que são as seguintes: ser atraente no falar e no comportamento; ser discreta na aparência; ser um exemplo positivo dentro de casa; ser corajosa e humilde para aceitar correção e estar disposta a mudar; e construir uma fé sólida em Deus.
As atividades são avaliadas pela responsável de cada estado, chamadas de Big Sisters, que para muitas jovens acabam exercendo o papel de uma verdadeira mãe. “As Big Sister têm que dar uma tarefa pessoal, de acordo com o comportamento da Pledge. Por isso, o número de participantes é limitado”, comenta Cristiane.
Para ser aceita no grupo, a membro da IURD deve estar atenta ao mês do Rush, período em que são agendadas as entrevistas com as Big Sisters para a seleção de novas integrantes. Em 2011, o mês escolhido para a formação de um novo grupo é janeiro, na última semana.
Se você deseja fazer parte deste grupo que tem mudado a vida de milhares de jovens acesse o site www.godllywood.com ou entre em contato pela Central Sisterhood, em um dos telefones abaixo:
São Paulo: Tel: (11) 5644- 8776
Rio de Janeiro: Tel: (21) 2582-0440
Belo Horizonte: Tel: (31) 3349-7437
Brasília: Tel: ( 61) 2103-4031
Belém: Tel : (91) 4005-7001
Pernambuco:Tel:(81) 2101-4501
Natal: Tel: (84) 4008-4600
Salvador: Tel: (71) 3432-9057
Alagoas: Tel: (82) 2126-3420
Fortaleza: Tel: (85) 9134-7628
Porto Alegre: Tel: (51) 3284-0721
Manaus: Tel: (92) 2121-1142
Vitória: Tel: (27) 3357-2972
Goiânia: Tel: (62) 4008- 7401
Colaborou Danila Cerqueira
Mulher de hoje: virtuosa?
Tema foi debatido em recente palestra ministrada em São Paulo por Ester Bezerra, esposa do líder da Igreja Universal do Reino de Deus, bispo Edir Macedo
Por Ivonete Soares/ Fotos: Demetrio Koch
redacao@arcauniversal.com

É possível a mulher de hoje ser esposa, mãe, profissional e se enquadrar naquilo que a Bíblia Sagrada descreve como “mulher virtuosa”, cheia de qualidades, submissa e agradável aos olhos de Deus? Parece uma tarefa bem difícil, porém, não é impossível, garantiu Ester Bezerra, em uma palestra realizada, recentemente, em Santo Amaro, zona sul da capital paulista, para as mulheres integrantes do grupo “Mulher V” e convidadas.
Durante o encontro, ela tomou como base a Palavra no livro de Provérbios, capítulo 31, versículo 10 em diante, no qual descreve com riqueza de detalhes as virtudes femininas planejada por Deus: “Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de finas jóias...”, e explicou: “Apesar do mundo diferente e de tanta tecnologia que nos envolve, essa mulher deve existir sim. Ela se sobressai, faz a diferença com o seu talento, ternura, dedicação e fé. Realmente, é um achado raríssimo, comparado às pedras preciosas e, como diz a Bíblia: feliz o homem que a encontra.”
Uma das integrantes do “Mulher V”, da capital paulista, Marina Teixeira (foto ao lado), de 38 anos, compartilhou com todas algumas experiências vividas, desde que começou no grupo. “Já na fase do cumprimento das tarefas, o meu filho foi preso. Na hora, fiquei muito triste e revoltada com a situação, porém, lembrei-me de tudo o que havia aprendido e de como uma mulher virtuosa deveria agir, por isso, clamei para que Deus não apenas o libertasse, mas o fizesse reconhecer que sem Ele não era nada. Deus me ouviu viu a minha determinação e meu filho foi solto e, enquanto estávamos sendo consagradas na formatura, ele participava da reunião da Força Jovem, aqui na Igreja”, testemunhou.
fonte: www.arcauniversal.com