sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Quem pergunta o que quer, ouve o que não quer






“Sempre tive um questionamento sobre quantas injustiças sofremos, e essas, muitas vezes, sem motivo. Simplesmente aparecem de forma inusitada e não nos dão qualquer oportunidade de mostrar que não temos qualquer ligação com elas ou com as pessoas pelas quais nos chegam. São acusações, fofocas, um mal olhar; dá vontade de jogar tudo para o alto e cair fora, largar tudo o que conquistei e sumir para um lugar onde ninguém me conheça e começar uma vida nova. Mas não dá para olhar para trás, parar e muito menos jogar tudo para o alto. Pedir conselhos aos líderes da igreja, muitas vezes não cabe mais, pois sempre é a mesma coisa: 'Deus irá honrá-la, persevere , tenha fé', etc.

Mas, sempre vem um questionamento. Se já é casado e feliz, é fácil pedir a uma solteira de 30 anos para esperar em Deus a pessoa certa para casar. Se já se tem tudo o que quer, apesar das lutas, quando são dois, é muito mais fácil enfrentá-las. É isso que não entendo. Parece que todas as esposas e pastores repetem o mesmo refrão: 'Tenha paciência e seja fiel, Deus irá honrá-la.' Mas quando isso não acontece, não vejo nenhuma luz no final do túnel. O que fazer? Como já havia escrito acima, é fácil pedir para esperar se você já tem o que o próximo espera. (Minha opinião)
P.S: Continuo confiando em Deus, mesmo sem respostas.”

Amiga,

Você quer ouvir o que, então? Que você deve largar a sua fé? Sinceramente, eu não sei de nenhuma outra alternativa para uma mulher de Deus solteira aos 30 anos a não ser que ela faça a sua parte em confiar e usar a sua fé. Agora, se você tem outra alternativa, fique à vontade em nos revelar. Pelo que você escreve acima, embora termine com um ‘continuo confiando em Deus’, você me parece uma pessoa muito frustrada, que vive pensando em desistir da fé. Se a sua vida sentimental é mais importante que a sua fé, então, realmente, vai continuar nessa frustração.

Para quem coloca Deus em primeiro lugar, aconteça o que acontecer, demore o tempo que demorar, ela nunca, jamais pensa em desistir dEle por causa de bênção ainda não conquistada.
Ou você pensa que nós, pastores e esposas, não temos bênçãos ainda não conquistadas? Você já ouviu falar do meu irmão? Do meu próprio filho? E aí? Vou desistir da minha fé, da Obra de Deus, por causa de ‘picuinhas’ que ainda não aconteceram na minha vida? Não, não e não!!!! Qualquer bênção é picuinha quando comparada à minha salvação.

Na fé,
Cristiane Cardoso.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Cupcakes de Chocolate com Ganache de Frutas Vermelhas


Os cupcakes já conquistaram o espaço dos bolos tradicionais nas mais diferentes festas! E vão também conquistar a sua casa, com essa receita!

Ingredientes:
Para a massa:
  • 5 colheres de sopa de Cacau em pó, 1/2 xícara de chá de Farinha de Trigo peneirado, 1 xícara de chá de Açúcar, 1/2 colher de chá de Bicarbonato de Sódio, 1 pitada de Sal, 3/4 xícara de chá de margarina, 2 Ovos ligeiramente batidos, 1/4 xícara de chá de Leite.

Para o recheio de cobertura:
  • 1 Quilo de Chocolate branco picado, 1/2 xícara de chá de Creme de leite, 1/2 xícara de chá de Geleia de frutas vermelhas, 3 colheres de sopa de Vinho do Porto

Para a massa:
  • 01 - Misture o cacau em pó com ½ xícara (chá) de água fervente, mexa bem e reserve.
  • 02 - Na vasilha da batedeira, coloque a farinha, junte o açúcar, o bicarbonato e o sal. Acrescente a margarina e bata até obter uma farofa granulosa. Reserve.
  • 03 - Em uma vasilha pequena, misture os ovos, o leite, o cacau e bata bem. Adicione 1/3 dessa mistura à massa da batedeira e bata em velocidade baixa por 1 minuto. Aumente a velocidade e bata por mais 1 minuto. Raspe o fundo e as laterais da tigela. Repita esse processo por mais 2 vezes até acabar a mistura de cacau.
  • 04 - Preaqueça o forno em temperatura média (180 °C).
  • 05 - Unte com margarina 15 forminhas de papel (tamanho 00) e acomode-as dentro de forminhas de alumínio (5,5 cm de fundo x 6,5 cm de boca x 3,5 cm de altura). Asse por 25 minutos ou até que, ao espetar um palito, ele saia limpo. Espere amornar.

Para o recheio de cobertura:
  • 01 - Em uma vasilha refratária, coloque o chocolate e o creme de leite e derreta no micro-ondas, em potência média (50%), por 4 minutos, mexendo na metade do tempo. Ao final do tempo, mexa bem para que o recheio fique uniforme.
  • 02 - Acrescente a geleia, o vinho do Porto e misture bem até obter um creme homogêneo. Coloque 1 ½ xícara (chá) desse creme em um saco de confeitar com o bico perlê médio e reserve. Coloque o creme restante em uma vasilha tampada e leve à geladeira por 3 horas ou até que esteja com a consistência bem firme.
  • 03 -Com o bico perlê do saco de confeitar reservado, fure o centro de cada cupcake e preencha-os com o recheio.
  • 04 -Quando a cobertura estiver bem firme, transfira-a para a vasilha da batedeira e bata por 2 minutos. Passe para um saco de confeitar com bico pitanga e decore os cupcakes.


Pronto!

Toque Especial - Se preferir, substitua a geleia de frutas vermelhas pela mesma quantidade de suco concentrado de maracujá e não coloque o vinho do Porto.


A MULHER, SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS - Estudo VII

Noemi, um exemplo de sogra

A mulher leva o homem até a presença de Deus, à Sua plenitude, mas também pode servir de instrumento do diabo para levá-lo ao mais profundo do inferno. O próprio rei Salomão disse isso. Suas palavras eram de um homem de Deus, pois tinha o Espírito de Deus; depois, entretanto, se desviou por um caminho totalmente adverso.

Enquanto era de Deus, Salomão escreveu: “Achei cousa mais amarga do que a morte, a mulher cujo coração são redes e laços, e cujas mãos são grilhões; quem for bom diante de Deus fugirá dela, mas o pecador virá a ser seu prisioneiro” (Eclesiastes 7.26).

O que é pior do que a morte? Aos meus olhos, só a segunda morte, a morte eterna. Salomão conhecia muito bem o assunto, pois tinha 700 mulheres e 300 concubinas. Mesmo diante de toda a sua sabedoria, todo o seu reinado e de toda a sua glória, acabou caindo em desgraça por causa delas. Em outra ocasião ele disse: “...Entre mil homens achei um como esperava, mas entre tantas mulheres não achei nem sequer uma” (Eclesiastes 7.28).

Precisamos, entretanto, fazer aqui uma ressalva: a mulher de Deus não é nada disso; seu coração não é rede nem laço. Ela expressa a imagem de Deus e leva o homem a conquistas extraordinárias, porque ela é forte, ainda que nem apareça. Sua força anônima faz o homem ser um conquistador.

O mesmo Salomão disse: “A mulher sábia edifica a sua casa...” (Provérbios 14.1) e “Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede o de finas jóias” (Provérbios 31.10). Quando a mulher é de Deus, é virtuosa e abençoa o homem.

Dentre as mulheres de Deus, as quais encontramos na Sua Palavra, há uma para quem temos de tirar o chapéu: Noemi. Ela e seu esposo, Elimeleque, viviam em Belém de Judá. Veio a fome e eles se mudaram, com seus dois filhos, para o país dos moabitas, os quais eram idólatras e até ofereciam aos seus deuses sacrifícios humanos.

Naquela terra, seus filhos se casaram. Mais tarde morreram Elimeleque e seus filhos, ficando Noemi sozinha com suas duas noras. Uma se chamava Orfa e a outra Rute. Noemi as chamou e aconselhou a que voltassem para a casa de seus pais, pois ela mesma voltaria para sua terra, pois não tinha nada mais a lhes oferecer. Orfa chorou muito, mas acabou concordando. Rute, todavia, disse: “...Não me instes para que te deixe, e me obrigue a não seguir-te; porque aonde quer que fores, irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. Onde quer que morreres, morrerei eu, e aí serei sepultada; faça-me o Senhor o que bem lhe aprouver, se outra cousa que não seja a morte me separar de ti” (Rute 1.16-17). Ora, o que esta sogra tinha de tão especial, que esta sogra tinha de tão especial, que sua nora estava determinada a segui-la e até morrer com ela? Justamente o caráter de Noemi. Naturalmente ela passou para as noras a fé, o fervor a Deus e o exemplo de mulher virtuosa. Isso fez com que as noras desejassem seguir Noemi. Ela, indiscutivelmente, conquistou o coração de suas noras.

Davi e seu coração grato

Mesmo vivendo tantas lutas, ele somente agradeceu a Deus


A minissérie “Rei Davi”, exibida às terças e quintas-feiras, às 23 horas, na Rede Record, mostra muitas atitudes que devem ser observadas e refletidas para o que fazemos nos dias de hoje.

É claro que a vida de Davi está no cerne desta história e suas atitudes são ainda mais notadas. Como por exemplo, o que aconteceu com ele após derrotar Golias.

Davi recebeu honrarias do rei Saul e uma delas foi ter uma tenda somente dele, onde encontrou um conforto que nunca teve em sua vida. Ao olhar para tudo aquilo, ele não ficou vislumbrado, não deu espaço para que seu ego inflasse e se sentisse merecedor. Ele simplesmente ajoelhou e agradeceu a Deus.

Este momento de oração simples, mas sincera diante de Deus, mostrou que Davi tinha um coração grato e, além disso, não imputava sobre ele nenhum poder que fizesse vencer Golias, ele orou e disse: “Eu não teria feito nada se não fosse por sua intervenção.”

Intervenção divina ou humana?

Há muitos que oram sem cessar por um objetivo – seja ele familiar, profissional ou financeiro –, e uma das duas situações acontece: ou a pessoa cansa de pedir e esperar o tempo de Deus e faz por suas forças ou, ao receber o que tanto almejou, esquece de agradecer a Ele e se julga autossuficiente, como se Deus não tivesse nada a ver com aquilo.

E este foi o diferencial de Davi. Ele não teve nenhuma destas ações mais corriqueiras da vida de alguns “cristãos”. Davi se ajoelhou e agradeceu a Deus. Ele foi humilde, pois sabia que nada daquilo poderia acontecer se não fosse da vontade Dele.

Entre outras coisas, a minissérie nos ensina que temos que ter o coração grato a Deus, mesmo sabendo das lutas que virão e da inveja das pessoas ao redor.

“Que darei ao Senhor por todos os seus benefícios para comigo?” Que este coração grato descrito em Salmos 116:12 seja o coração sincero de cada cristão.

Não perca os próximos capítulos da minissérie “Rei Davi” para aprender ainda mais com os personagens desta grande história.

Com um simples instrumento rudimentar e muita perícia, um franzino pastor servo de Deus derrubou um gigante e começou uma importante era da história d

A mira certeira de Davi

Por Marcelo Cypriano / Ilustrações e fotos: Record, Thinkstock e NASA

marcelo.cypriano@arcauniversal.com

Na série “Rei Davi” (foto acima), da Rede Record, foi mostrada uma das mais famosas lutas da história mundial: a do pequeno pastor de ovelhas Davi com o gigante guerreiro filisteu Golias. O grande e temido soldado, munido de forte armadura, espada, elmo e escudo, foi derrubado por uma pedrada certeira na testa, que o garoto hebreu lançou habilmente com uma das armas mais simples e primitivas criadas pelo homem, a funda.

Como pode uma simples pedra ter derrubado um gigante, justamente em seu único ponto vulnerável? A funda é uma atiradeira rudimentar usada por muitos povos antigos (já foram encontrados exemplares dela em estudos arqueológicos sobre os gregos, romanos e até mesmo os primitivos australianos). Imprime uma força tão grande a uma pedra relativamente pequena, que ela tem o poder de destruição bem parecido com o de algumas armas de fogo da atualidade.

Alguns exércitos da antiguidade tinham até mesmo uma divisão de atiradores de funda, chamados fundibulários, ou fundeiros. O papel deles era fundamental, pois um projétil lançado pelo equipamento pode chegar a uma velocidade de até 100 quilômetros e alcançar cerca de 200 metros de distância (há relatos antigos de atiradores que conseguiam alcançar quase o dobro disso com suas pedras). No famoso Livro Guinness dos Recordes consta que a maior distância alcançada (e registrada) por um objeto lançado por essa arma é de 477,1 metros, com uma funda de 127 centímetros. Conforme o registro, o autor da façanha é David Engvall, da Califórnia, Estados Unidos, em 1992, que usou um projétil de 62 gramas.

As pedras usadas para fundas eram, geralmente, redondas, escolhidas com cuidado entre seixos rolados de rios (como Davi o fez, no riacho de Elá). Após muito treinamento, a pontaria certeira permitia que os fundibulários usassem a arma tanto na guerra quanto para caçar. As pedras de funda eram mais certeiras e tinham mais alcance que flechas, e causavam um estrago maior ao alvo (algumas penetravam as blindagens de armaduras e, mesmo que não as perfurassem, derrubavam os guerreiros dentro delas pelo enorme impacto, às vezes fraturando costelas ou danificando irreversivelmente alguns órgãos). Também perfuravam partes do corpo sem proteção, conforme a distância.

Era muito comum, como é até hoje em regiões menos desenvolvidas, que pastores usassem a rudimentar arma para defender seus rebanhos de predadores ou ladrões. Ainda hoje, aborígines australianos usam fundas, assim como pastores tibetanos.

Como funciona

Basicamente, uma funda consiste em uma correia ou corda (de couro ou, nos dias de hoje, até mesmo de material sintético) que tem (não obrigatoriamente) no centro uma “baladeira” (pedaço de couro ou outro material resistente em que se deposita a pedra). Em uma ponta da corda ou correia, um laço ou anel que se prende ao dedo médio. A outra ponta é segura pela mesma mão. Rodando a funda usando o peso em sua extremidade (na baladeira), a pedra recebe uma força tal que, quando é solta a ponta sem laço, percorre um grande espaço em grande velocidade, com enorme força de impacto.

Davi era um fundibulário profissional. Sabia a posição certa em que a pedra deveria estar no círculo para que a ponta da funda fosse solta na hora certa, arremessando o projétil exatamente no ponto em que mirava. Treinou desde criança com o instrumento, como era comum entre os meninos e pastores.

Guerreiro inesperado

Por ser franzino, Davi não participava com os maiores e mais velhos das batalhas de seu povo. Seu pai, Jessé, ordenou que fosse ao local de uma batalha que estava ocorrendo (o vale do Elá), para levar comida para seus irmãos maiores. Quando o garoto chegou ao Elá, Golias desafiava os hebreus. Davi, confiante em sua pontaria, aceitou o desafio. Não quis usar armadura, pois todas eram grandes demais para ele, e lhe tiravam a mobilidade. O rei Saul, curioso pela argúcia do menino, permitiu que ele tentasse. O pequeno pastor, ágil, pôde usar uma arma que o permitia, prudentemente, ficar a uma distância muito segura do gigante (de corajoso ele tinha muito, mas de bobo não tinha nada). Se Davi errasse, dificilmente o grande e pesado filisteu alcançaria, numa perseguição a pé, o rápido e leve hebreu.

Das cinco pedras que escolheu cuidadosamente no riacho próximo (arredondadas, pouco menores que uma bola de bilhar, como era de costume na época), o garoto acertou a primeira. O brutamontes caiu, atingido na fronte. O menino se apressou, apanhou a grande espada do adversário e decapitou-o. Humilhados pela perda de seu campeão, os filisteus não tiveram alternativa e engoliram a derrota.

Extremamente simples, mas eficaz

Uma funda é um instrumento por demais simples e primitivo, mas requer uma perícia que depende de muita preparação e inteligência. Se a pedra for solta no momento errado, na posição errada do círculo que ela faz ao ser rodada, pode ir para outro lado que não o desejado. De nada adiantam as melhores armas nas mãos de quem não as manuseie com perícia. Para isso, o fundibulário aprende, instintivamente, a calcular a velocidade certa, conforme a distância, a intensidade e a direção do vento e até mesmo o tamanho certo da pedra, para que ela corte o ar com eficiência e atinja o ponto desejado.

O estudo da propulsão da pedrinha pela funda permitiu, milênios depois, que o mesmo tipo de impulso fosse usado em naves espaciais. Quase o mesmo princípio foi usado na época da missão Apollo, da NASA, em que várias vezes homens estiveram na Lua. Na volta, os módulos lunares subiam do satélite, percorriam uma volta em torno dele e aproveitavam o impulso gravitacional para se lançar de volta ao espaço, com a ajuda dos propulsores, em direção à Terra. É como se o centro da Lua fosse uma mão que segurasse a funda, girando-a com a nave na baladeira, jogando-a. Esse impulso permitia que não fossem necessários os propulsores após o “empurrão” para fora da órbita lunar, a não ser para corrigir a rota em alguns momentos, e os astronautas estavam de volta ao seu planeta.

Tanto no caso dos corajosos viajantes do espaço exterior quanto no episódio do pequeno pastor que venceu um gigante, de nada valeria o instrumento, simples ou com tecnologia de ponta, sem a perícia e a confiança de seus operadores. No caso de Davi, além de confiar na mira treinada por anos, tinha certeza, pela fé que tinha em Deus, que Ele o guiaria para salvar seu povo dos filisteus.

Moda da desvalorização da mulher – Introdução

Não adianta tantos amigos no Facebook e tantos comentários em suas fotos, a verdade é que ela continua sozinha, pensativa e triste na maioria do tempo. É claro que ninguém vê isso, na frente de todos ela é uma jovem bacana, cheia de vida, cheia de boas conversas, tem até uma maturidade exemplar para sua idade… Todos a admiram, só que ela mesma não consegue sequer se olhar no espelho direito. Parece que ninguém está aí para ela, parece que não há amigos de verdade, parece que nem mesmo o amor quer existir em sua vida. Chega aquela hora do dia e as memórias das decisões erradas que ela tomou no passado a atormentam. A noite demora a passar e quando a manhã chega, ela preferiria não acordar nunca mais.

Ah se essa jovem soubesse o seu valor… Só quem não reconhece o seu valor próprio vive assim tão amargurado. Eu vejo jovens assim quase todos os dias nas ruas, nas esquinas, no ponto de ônibus, numa roda de amigas, namorando, lendo… Enfim, desvalorizar-se hoje em dia é moda.

É como se o número de amigos que temos determinasse o nosso valor, e a máscara que usamos fosse mais importante do que a nossa verdadeira face.

Vamos dedicar essa semana para escrever sobre o nosso valor feminino. Se você conhece uma amiga que tem passado por essa maldita moda da desvalorização da mulher, convide-a para ler os blogs desta semana, e quem sabe vocês possam até se reunir num chá de amigas no próximo fim de semana só para falar sobre o assunto e ajudar uma a outra? É só uma ideia :)


D. Cristiane Cardoso