quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Histórias que edificam: "A manga espedaçada"

Guarde a sua fé, confiando que o que você quer só está esperando o tempo certo para "amadurecer" e cair inteiro em suas mãos

Por Jaqueline Corrêa
Jaqueline.correa@arcauniversal.com

Uma certa manhã, quando lhe bateu uma grande vontade de comer uma fruta, Nil foi até a cozinha e viu que não havia a que queria. Encontrou banana, laranja, uva, ameixa, goiaba, mas a vontade dele era de comer manga. E, como não havia, resolveu sair para comprar.

Ele passou por feiras e mercados, porém, em nenhum desses lugares conseguiu encontrar. Até que passou por um terreno, e lá estava uma bela mangueira. À primeira vista, Nil não viu nenhuma fruta. Rodeou a árvore e, ao olhar mais atentamente, viu que ainda havia uma presa quase no topo.

Logicamente, pensou em pegar uma vara para cutucar a fruta até cair, mas em volta do terreno não havia absolutamente nada. Apesar de baldio, o lugar estava limpo. Foi a tristeza de Nil. E a única maneira que encontrou para acabar com o desejo de comer a manga foi escalar a árvore.

O rapaz firmou os pés, agarrou-se bem e começou a subir. Mas a escalada bastante íngreme o fez se desequilibrar e cair. Ele não se machucou, até porque não conseguiu escalar o bastante.

Mas Nil não desistiu. A fruta estava ali, “olhando” para ele, como se fosse um oásis no meio do deserto. Isso o animava, e assim decidiu continuar a empreitada rumo à conquista de sua fruta.

De repente, ele lembrou de um gato e pensou se não poderia fazer o mesmo. Certamente imaginou que não poderia subir de uma forma tão eficiente quanto um felino o faria, porém, era a única referência eficaz para se inspirar.

Nil segurou bem o tronco da árvore fincou os pés novamente, e começou a seguir. Mas a árvore era espessa demais e tão grossa, que quando ele se agarrou a ela, arranhou os braços a ponto de sangrar levemente.

Que desespero! Nil só queria saborear aquela manga amarelinha e ao ponto de ser degustada. “Se tivesse uma longa vara aqui, daria um jeito de chegar até a minha fruta”, pensou entristecido.

Depois, sentou-se ao pé da imensa mangueira e esperou que um vento forte derrubasse a manga. Mas ele ficou ali por um longo tempo e nada da fruta cair. “Não é possível...”, ele dizia em tom indignado, “...essa fruta está madura e já deveria ter caído!”

Anoiteceu e nada de Nil alcançar o objetivo. No outro dia, decidiu encontrar uma vara para arrancar a fruta de lá. Comer a manga já era uma questão de honra. Afinal, para tanto esforço, deveria haver alguma recompensa.

Nil aproximou-se novamente da árvore e viu a manga no mesmo lugar, balançando mansamente, como se desejasse cair em suas mãos. Mas as horas iam passando e nada. Também não havia encontrado a tal vara. Foi quando decidiu subir, mesmo com a grande dificuldade.

O rapaz agarrou-se com toda a força na árvore, apoiou os pés descalços e começou a subir. Escalou bem devagar, um passo após o outro, sem desespero. A manga ainda continuava ali, amarela e grande, pronta para ser alcançada.

Nil a olhava como um troféu a ser conquistado, e nem acreditava que estava fazendo todo aquele esforço por uma simples fruta. O problema era que, enquanto subia, sentia os braços arderem com o suor que descia de sua testa, os pés se ferirem e um leve sangramento surgir devido à pele maltratada pela aspereza do tronco.

Em nada disso ele pensava e, ao olhar para baixo, viu o quanto já havia escalado. Faltava pouco, muito pouco até conseguir o seu prêmio. Só mais alguns passos e seria fácil agarrar a fruta. O jovem esticou um dos braços, e já podia sentir a água escorrendo de sua boca. Era inacreditável aquele feito!

No entanto, quando ameaçou tocá-la, com as mãos escancaradas e prontas para alcançá-la, um vento soprou e derrubou a maravilhosa manga, que se espatifou inteira no chão.

Para refletir

A ansiedade nos faz cometer loucuras, e nos deixa tão cegos que nos impede de ver que tudo tem o seu devido tempo para acontecer. E nos faz correr atrás de coisas, sem que estejamos preparados espiritualmente para tê-las.

Guarde a sua fé, confiando que a sua “manga” está só esperando o tempo certo para amadurecer e cair inteira em suas mãos.

Algumas mulheres têm medo de casar

O comportamento é reflexo de outras inseguranças

Por Tany Souza
tany.souza@arcauniversal.com

Há muitas gerações, homens e mulheres são criados de forma diferente: a menina tem que aprender tudo de casa, limpar, cozinhar, organizar. Já os meninos têm que aprender a ser “machos” desde pequenos, então, podem jogar bola, deixar o tênis jogado na sala, até porque arrumar tudo é papel da mulher.

Com a evolução da sociedade, a mulher ganhou um novo espaço: o profissional. Agora, ela tem várias atividades, o de mulher, esposa, mãe e, por que não, ajudar a trazer dinheiro para casa? “Foi esta nova opção de vida que trouxe à mulher o medo de ser dependente financeiramente de alguém. Não é exatamente o medo de casar, mas sim o de deixar o seu trabalho para cuidar da casa e dos filhos”, explica a psicóloga Heleni Gimenes.

O aprendizado de como ser mulher e homem, inserido desde criança, traz com ele alguns paradigmas, que são difíceis de transpor. “A mulher sabe que, ao casar, enfrentará um homem machista, que chegará cheio de manias que podem incomodá-la. E não é sempre que ela estará disposta a ensinar o que a mãe deveria ter ensinado: de ser mais participativo”, exemplifica a psicóloga.

Segundo ela, a mulher quer casar com um companheiro e não com um marido. “E é isso que não é sempre que a mulher está disposta a ensinar. Ser marido é colocar em prática todo o lado machista imposto na criação, ou seja, a mulher terá um ajudante, de vez em quando, que ainda fará as atividades com má vontade. Um companheiro é diferente, ele divide as atividades, e faz porque entende que, assim como ele, ela também trabalhou o dia inteiro e precisa de auxílio.”

Foi esta dificuldade que Talita Machado sentiu ao se casar. “Eu trabalhava o dia inteiro e, quando chegávamos em casa, ele largava o tênis na sala, assistia televisão e não era capaz de lavar um copo. E isso me incomodou de tal forma que eu tive que conversar com ele e explicar que eu não era empregada ou mãe dele, que a casa era dos dois e ambos deveriam fazer tudo. Realmente, eu fui obrigada a adestrá-lo e a ensiná-lo a ser meu companheiro.”

E é esta disposição de ensinar, que não se encontra em todas as mulheres. “É isso que também traz o medo de casar, porque ela sabe que pode se frustrar lá na frente, caso ele não seja o companheiro que ela tanto procurou”, aponta Heleni.

O futuro

Para que este medo de se casar não perdure, é necessário que as mães contemporâneas eduquem de forma diferente. “E isso significa ensinar os meninos a ser parceiros, manter as coisas organizadas, lavar louça, enfim, fazer coisas que no futuro, eles tenham que saber ou por necessidade ou para ajudar a sua futura esposa”, finaliza a psicóloga.

O cristão deve guardar o dia de sábado?

Deus fez o mundo em seis dias e no sétimo descansou

Da redação
redacao@arcauniversal.com


Imagine se todo o mundo tivesse de descansar exatamente no dia de sábado. Hospitais, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Polícia, profissionais da área da saúde, enfim, todos os serviços públicos urgentes estariam literalmente paralisados. E se neste dia houvesse um acidente ou qualquer catástrofe? Como socorrer os acidentados? Como apagar os incêndios? Como atender uma mulher que vai dar à luz? Deveria esperar até o domingo?

A Bíblia diz:

E acrescentou: O sábado, ou o sétimo dia, foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado, ou do sétimo dia. Marcos 2.27

Deus fez o mundo em seis dias e no sétimo descansou. Ele não mandou guardar o sábado e sim o sétimo dia. O sétimo dia para uns não o é para outros. Se começarmos a trabalhar no domingo, então o sétimo dia será o sábado. Se começarmos a trabalhar na segunda-feira, então o sétimo dia será no domingo, e assim por diante. Isto é, o sétimo dia de descanso pode ser qualquer dia da semana. Não necessariamente no sábado.E Deus fez assim justamente porque já sabia que seria impossível todos guardarem um mesmo dia. Esse raciocínio é a fé unida à inteligência. Só isso! Jesus curou num dia de sábado e ainda deixou uma pergunta para os hipócritas: "Se sua ovelha cair em um buraco num dia de sábado, por acaso não vai socorrê-la só porque é sábado?"

É normal criança "brigar" com o sono

Isso acontece porque ela está descobrindo o mundo

Por Tany Souza
tany.souza@arcauniversal.com

Muitos pais têm uma única dificuldade: colocar o filho para dormir. São choros, gritos e birras na hora de ir para cama. Mas por que isso acontece? Como fazer a criança entender que aquela é a hora do descanso?

Para a pediatra Zuleid Mattar, a criança permanecer acordada porque é muito mais interessante. “Assim, ela descobre e desbrava o mundo à sua volta. À noite, o pequeno relembra tudo o que aprendeu durante o dia, e por este motivo fica agitado.”

Mas esta agitação não pode dar espaço para que o filho escolha se é ou não hora de dormir. “Toda criança é um tirano em potencial e precisamos mostrar a elas que os pais é que determinam o que deve ser feito. Esta postura transmite segurança e é fundamental para o equilíbrio da criança”, explica a médica.

Para que os pais tenham o controle da situação, é preciso organização do tempo e das atitudes. “As crianças precisam de uma rotina para encontrar o sono. É importante fazer diariamente as mesmas coisas e o filho saberá o que vem em seguida, sendo mais fácil para ele relaxar e adormecer”, indica Zuleid.

Segundo ela, o ritual do sono deve ser criado respeitando-se as características de cada família e de cada criança. “Por exemplo, brinque um pouquinho, depois a leve para o banho, em seguida, faça uma massagem suave, cante uma musiquinha, ou, se ela já for maiorzinha, conte uma história, e depois a deite no berço, diga boa noite e saia do quarto.”

É claro que inserir esta rotina no cotidiano de uma criança não é tarefa fácil. “Ela pode até se rebelar, gritar ou fazer manha por alguns dias, mas depois de um tempo entenderá que ali é a cama dela”, enfatiza.

Lugar certo

Outra dica da médica é não deixar que a criança pegue no sono em qualquer lugar. “Imagine você acordar em uma cama diferente no meio da noite? É assim que o pequeno se sente quando os pais permitem que ele adormeça na sala ou no quarto dos pais e depois de adormecidos são levados para suas caminhas. Ao acordar no meio da noite se lembrará que estava em outro lugar e é prá lá que vai querer voltar.”

A pediatra enfatiza também que os pais devem ser firmes ao colocar seu filho no quarto. “Se ao deixar a criança no berço ela chora e você a retira de lá, reforçará a ideia de que aquele não é um lugar seguro e bom. Os pais devem ir até ela e acalmá-la ali mesmo, dentro do berço, dizendo palavras doces e de encorajamento, para fortalecer a mensagem de segurança e de rotina. Faça carinho por um tempinho e depois saia do quarto para que ela durma. Se ela acordar 20 vezes, repita este procedimento as 20 vezes, para que ela entenda que você está seguro de sua postura. Desta forma ela também se sentirá segura e adormecerá”, finaliza Zuleid.

Basta!

Diga não aos problemas
(*) Tânia Rubim
redacao@arcauniversal.com

Até quando você vai aceitar viver essa situação de humilhação?

Esse não é o plano de Deus para a sua vida. Mas, dizer ‘basta’ não é o suficiente, é necessário agir a fé e provocar o milagre.Quando a pessoa está revoltada ou indignada com a situação vivida, ela reage, pois só palavras não bastam.Se você quer por fim ao seu sofrimento, colocar um ponto final, faça algo a respeito e não fique de braços cruzados esperando para ver se acontece alguma coisa.Revolte-se contra o mal, mas não apenas da boca para fora. Pois, os valentes jamais recuam, seus olhos só veem o alvo.

Chega de vergonha, humilhação, miséria, família destruída, vida sentimental amarrada. Basta.

Sabe quando Ana pôs fim a humilhação que sofria? Quando ela se revoltou, parou de chorar e fez algo para chamar a atenção de Deus (leia Samuel 1). Então, Ele a abençoou e lhe deu o filho tão desejado, Samuel.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Nuvem de testemunhas

"Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta,"
Hebreus 12: 1

A nuvem de testemunhas tem servido de prova do cuidado Divino pelo Seu povo. Infelizmente, nem todos têm crido. E dos que têm crido, há ainda quem insista carregar o peso do passado, além de lutar contra o pecado no presente. O conselho é: desembarace imediatamente de toda a carga e corra para frente.

D. Ester Bezerra